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Copa do Mundo

Extremistas fazem primeiro protesto durante a Copa

Quase 200 extremistas de direita fizeram neste sábado (10/6) o primeiro protesto contra estrangeiros na Copa, em Gelsenkirchen, uma das 12 cidades que sediam os jogos do evento.

Eles gritavam "fora estrangeiros" nas ruas e tornaram-se alvos de maçãs e tomates atiradas por populares. Defensores do Partido Nacional Democrático (NPD), a maioria com os cabelos raspados e roupas pretas, também gritaram "solidariedade ao Irã".

O público em geral mostrava cartazes com os dizeres "Não aos neonazistas", e a polícia conseguiu com sucesso evitar um confronto maior. O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, enfrentou críticas na Alemanha e em todo o mundo por questionar a existência do Holocausto e fazer declarações provocativas a Israel.

Os extremistas encontraram uma manifestação contrária de mais de cinco mil pessoas, incluindo políticos como o vice-chanceler, Franz Müntefering, e o presidente do Parlamento, Norbert Lammert.

"Ninguém deve ter medo por ser diferente", afirmou Müntefering à multidão. A polícia separou os dois grupos.

Um tribunal estatal tinha proibido a marcha do NPD, mas a Corte Constitucional do país retirou a proibição. O NPD também planeja marchas em Frankfurt e Munique durante o torneio.