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Economia

Expositores brasileiros satisfeitos com a Feira de Hanôver

Contatos internacionais abriram perspectivas de negócios para empresas participantes. Maioria quer voltar a expor na Alemanha no próximo ano.

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Logotipo da Feira de Hanôver

As 85 empresas brasileiras que participaram da Feira de Hanôver mostraram-se satisfeitas com os resultados obtidos na exposição. Cerca de 80% delas manifestaram o desejo de voltar a expor seus produtos na maior feira industrial do mundo, no próximo ano.

A informação foi dada pela Hannover Fairs do Brasil, representante da Deutsche Messe AG, que organizou e administrou os nove stands brasileiros, com uma área total de 1.160 m². A participação brasileira neste ano foi praticamente igual à do ano passado, com 80 expositores, mas bem menor do que em 1999, quando 118 firmas representaram o país em Hanôver.

Competitividade – Segundo o diretor da Hannover Fairs, Constantino Bäumler, 30% dos expositores brasileiros deste ano eram novatos. "Oitenta por cento dos empresários disseram que querem voltar em 2003. Isso é um sinal de que vêem boas perspectivas de negócios na feira", disse Bäumler em entrevista a DW-WORLD.

Segundo Bäumler, o grande volume de contatos das empresas brasileiras é facilitado pelo fato de já preencherem os critérios competitividade internacional, como as normas técnicas ISO 9000, ISO 12000 e ISO 14000, na produção para o mercado nacional. "Elas não precisam mais realizar grandes reajustes para poderem exportar seus produtos", ressaltou.

O Brasil destacou-se na Feira de Hanôver, principalmente, no setor de subcontratação, com a participação de 19 empresas ligadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Artefatos de Borracha. Além disso, apresentaram-se nessa área firmas especializadas em microfusão de aço (como a Fupresa, Lupatech, Weyel e Fundição Estrela) e em software e produtos para automação industrial (Altos, Novos e Megabras). No ramo de energia eletroeletrônica participaram a Embrasul, STI Eletronic e Cerâmica São Sebastião.

Novatos – Entre os expositores novatos na feira estiveram duas organizações governamentais: a SEDAI (Secretaria de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais) do Rio Grande do Sul e a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). A SEDAI promoveu os produtos gaúchos e realizou contatos de cooperação técnica e de negócios para as empresas sediadas no Estado.

A Suframa, que representa cerca de 400 empresas com um faturamento anual de 10 bilhões de dólares e responsáveis por 500 mil empregos diretos, visou arregimentar capital estrangeiro para investimentos na Amazônia. Atualmente, 90% dos produtos da Zona Franca de Manais são vendidos no mercado interno e 10% são exportados, principalmente celulares, televisores e concentrados para sucos.

Segundo o superintendente Osias Monteiro Rodrigues, a Suframa procura parcerias principalmente no setor de componentes eletrônicos. "Nessa área ainda somos muito dependentes das importações e queremos aumentar a produção própria no Brasil", diz. A Suframa também divulgou em Hanôver a Feira Internacional de Produtos da Amazônia, que acontece de 10 a 13 de setembro próximo, em Manaus.

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