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Economia

Executivos europeus elogiam competitividade da economia alemã

Pesquisa entre altos executivos de seis nações européias aponta a Alemanha como o país mais competitivo da Europa. Para o presidente do Conselho dos Cinco Sábios, a avaliação é correta.

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Economia alemã está em alta, assim como a imagem do país entre os executivos

A Alemanha é o país mais competitivo da Europa, segundo uma sondagem feita entre altos executivos de seis países europeus. Em nível internacional, está em segundo lugar, atrás apenas da China e ao lado da Suíça.

Na sondagem feita pelo diário econômico Handelsblatt, 59% dos 1,2 mil entrevistados classificaram a competitividade da economia alemã como "muito boa" ou "boa". Numa escala de 1 a 5, eles deram à Alemanha a nota 2,3. Quanto mais perto de 1, melhor é a avaliação.

A pesquisa foi feita pela empresa de consultoria Droege & Comp. a pedido do jornal alemão. Foram ouvidos executivos da Alemanha, França, Itália, Áustria, Suíça e do Reino Unido.

Melhora contínua

Em 2003, apenas 13% dos executivos entrevistados numa pesquisa semelhante haviam apresentado uma visão positiva da competitividade alemã. Desde então, a "nota" da Alemanha tem subido em torno de 1 ponto anual na escala de 1 a 5.

"De fato, a economia alemã tem continuamente se tornado mais competitiva principalmente graças às empresas, mas também devido aos acordos salariais coletivos e à política", avaliou o presidente do Conselho dos Cinco Sábios, Bert Rürup.

O Conselho dos Cinco Sábios é um órgão de aconselhamento do governo alemão para assuntos econômicos e reúne cinco experientes peritos em economia.

De acordo com Rürup, as empresas alemãs passaram por processos consistentes de reestruturação e fecharam acordos salariais moderados e flexíveis com os sindicatos de trabalhadores.

Voto de confiança

O Handelsblatt lembrou ainda que, pela primeira vez, investidores internacionais detêm uma participação acionária majoritária nas 30 principais empresas de capital aberto da Alemanha. O percentual passou de 20% em 2005 para 53% em 2007.

Para o diário, essa situação representa um voto de confiança dos investidores na habilidade das empresas alemãs de lucrar com a boa conjuntura internacional, principalmente por meio de exportações.

"Isso mostra o quanto a Alemanha se tornou competitiva aos olhos dos investidores estrangeiros, mas também que há muita desconfiança em relação ao dólar", afirma Rürup. (as)

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