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Mundo

Exército ucraniano avança sobre Donetsk em combate aos separatistas

Militares anunciam ofensiva total contra os separatistas pró-russos e anunciam sucessos na batalha. França e Alemanha pedem à Rússia auxílio para uma solução diplomática do conflito.

O Exército da Ucrânia entrou em ofensiva total para recuperar as áreas ocupadas por rebeldes separatistas pró-Rússia no leste do país. A ação se distribui por várias frentes, nas proximidades de cidades importantes como Donetsk e Lugansk, informou o Ministério ucraniano do Interior nesta quinta-feira (10/07).

As tropas avançam em direção a Donetsk, capital regional sobre o controle dos rebeldes. O comboio do Exército, com tanques e veículos blindados, está posicionado 20 quilômetros ao sul da cidade. Segundo soldados, o grupo chegou a 1,5 quilômetro de Mariupol sem encontrar resistência.

Além disso, o Exército já recuperou a cidade de Siversk, localizada ao oeste de Slaviansk, informou um porta-voz militar. Desde a retomada de Slaviansk, no último sábado, as tropas procuram cercar as duas grandes cidades estratégicas tomadas pelos separatistas, Donetsk e Lugansk, a fim de expulsá-los.

Tentativas de negociação

O Ministério do Interior calcula que, até a recuperação das cidades, a ofensiva deve durar cerca de um mês. O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, vê os separatistas em posição defensiva. O Exército conseguiu reduzir pela metade as áreas de conflito, graças aos ataques aéreos e à artilharia pesada, afirmou Poroshenko. Segundo ele, só haverá um cessar-fogo se os rebeldes estiverem dispostos a fazer concessões, incluindo a entrega das armas e a libertação dos reféns.

A chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, o presidente da França, François Hollande, tiveram nova conversa telefônica com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Na teleconferência, os europeus pediram que Moscou interceda juntos os separatistas para convencê-los a negociar a paz.

Putin também precisa tomar medidas concretas para garantir a segurança na fronteira com a Ucrânia, instou o governo francês, em comunicado. Merkel e Hollande defendem uma solução diplomática para o conflito.

CN/afp/dpa/rtr

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