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Mundo

Exército sírio lança ofensiva contra rebeldes

Com apoio do Hisbolá, forças leais ao regime do ditador Bashar al-Assad efetuaram dezenas de ataques aéreos contra rebeldes que controlam a cidade estratégica de Zabadini, na fronteira com o Líbano.

Forças do regime do ditador Bashar al-Assad e homens do grupo radical xiita libanês Hisbolá lançaram uma grande ofensiva neste sábado (04/07) contra rebeldes sírios que controlam a cidade estratégica de Zabadini, na fronteira com o Líbano.

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos, as tropas efetuaram dezenas de ataques aéreos contra os rebeldes. Zabadani, que liga a capital Damasco à província central de Homs, é um dos últimos redutos dos rebeldes na região fronteiriça sírio-libanesa.

O ataque teve como objetivo aliviar a pressão sobre as forças do regime sírio, que também estão em combate com os rebeldes nas regiões norte e central do país.

A maior parte dos rebeldes faz parte da Frente al-Nusra, grupo ligado à Al-Qaeda na Síria. Eles tinham fugido para Zabadani em maio, depois de o Exército sírio e o Hisbolá tomarem diversas áreas importantes na região montanhosa de Qalamoun.

Segundo uma fonte do governo libanês, a retomada da cidade é estratégica para o Hisbolá. Zabadani foi uma rota de fornecimento de armas provenientes do Irã e de passagem de tropas do Hisbolá enviadas para lutar na Síria ao lado do regime de Assad.

Em resposta à ofensiva, rebeldes atacaram a cidade de Aleppo, sob domínio das forças governamentais. Uma coalização de grupos rebeldes tomou um centro militar de investigação científica. A capital econômica da Síria tem sido um dos principais campos de batalha da guerra civil no país.

Na sexta-feira, 31 rebeldes da Frente al-Nusra morreram depois de uma explosão numa mesquita na cidade de Ariha, no noroeste da Síria. Ninguém assumiu a autoria do atentado.

O conflito na Síria, iniciado em 2011, tem atraído centenas de jihadistas estrangeiros que querem derrubar o regime de Bashar al-Assad. O governo sírio também tenta combater a ameaça do "Estado Islâmico".

KG/dpa/afp

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