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Mundo

Europeus continuam fazendo pressão sobre Israel

O coordenador da política exterior da União Européia, Javier Solana, pediu que Israel suspenda a prisão domiciliar de Yasser Arafat.

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Meninos palestinos atiram pedras contra soldados israelenses

É preciso restituir rapidamente a Arafat sua liberdade de movimento, disse Javier Solana após um encontro com o ministro israelense do Exterior, Shimon Peres, nesta segunda-feira (25) em Jerusalém.

No domingo, o governo de Israel suspendera parcialmente a prisão domiciliar imposta a Arafat, depois que foi anunciada a prisão de um suspeito do assassinato do ministro israelense do Turismo, Rechavam Seevi. Arafat pode deixar a sede do governo palestino em Ramallah, mas se quiser sair da cidade necessita de autorização das autoridades israelenses.

A manutenção da prisão domiciliar do presidente palestino provocou sérias críticas da Jordânia e Egito. O ministro alemão do Exterior, Joschka Fischer (Partido Verde), pediu que israelenses e palestinos prossigam suas reuniões de segurança. As autoridades palestinas decidiram boicotar o encontro por causa da prisão de Arafat.

Na Cisjordânia, dois jovens palestinos, um homem e uma mulher, foram mortos por tiros de soldados israelenses. Radicais palestinos atiraram contra automóveis de colonos israelenses numa estrada perto de Belém.

Antes disso, o carro do presidente do parlamento palestino, Achmed Korei, havia sido baleado, por engano, por soldados israelenses. O carro é blindado e por isso não houve feridos.

Arábia Saudita – O governo israelense reagiu positivamente à proposta de paz formulada pela Arábia Saudita. O presidente de Israel, Mosche Katzav, convidou o príncipe saudita Abdallah a visitar Jerusalém e aceitou viajar a Riad. Se for concretizada, esta visita seria a primeira de um líder israelense à Arábia Saudita, já que os dois países não mantêm relações diplomáticas.

O príncipe Abdallah propôs uma plena normalização das relações entre os países árabes e Israel, sob condição de que as tropas israelenses se retirem completamente dos territórios ocupados.