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Mundo

EUA reduzem equipe na Embaixada no Iêmen

Apesar da redução no quadro de funcionários, Embaixada americana em Sanaa continua aberta. Decisão foi tomada em meio aos caos no país, causado pela renúncia do presidente e do primeiro-ministro.

Poucas horas após a renúncia do presidente do Iêmen, Abed Rabu Mansour al-Hadi, o governo dos Estados Unidos ordenou a redução no quadro de funcionários na Embaixada em Sanaa, capital iemenita.

"Enquanto a embaixada permanecer aberta e continuar funcionando, nós podemos continuar a realinhar recursos com base na situação local. Nós continuamos a operar normalmente, mas com uma equipe reduzida", informou um funcionário do governo na noite dessa quinta-feira (22/01).

O porta-voz do Departamento de Estado Jen Psaki enfatizou que Washington continua apoiando o Iêmen.

"Nós continuamos apoiando uma transição pacífica. Nós estávamos e continuamos pendido que todas as partes respeitem o acordo de paz e a parceria nacional", disse Psaki.

A incerteza de quem irá governar o Iêmen aumentou a preocupação com relação à cooperação antiterrorismo firmada entre Sanaa e os EUA. O governo iemenita permitiu aos americanos combater a corrente da Al Qaeda no país com ataques realizados por drones.

Washington afirmou que está avaliando as implicações da atual situação política no país para a parceria.

Sessão extraordinária

O Parlamento do Iêmen convocou uma sessão extraordinária para a manhã desta sexta-feira, após a renúncia do presidente e do primeiro-ministro, Khaled Bahah, que justificou a saída alegando não querer fazer parte do "que está acontecendo ou vai acontecer". O gabinete de Bahah havia assumido em novembro, como parte de um acordo com a milícia xiita Houthi.

Pela Constituição, o líder do Parlamento assume a presidência em caso de vacância. O atual líder parlamentar é Yahia al-Rai, um aliado do antigo presidente Ali Abdullah Saleh, próximo dos houthis. Mas, na prática, o poder está na mão dos houthis, que ocupam a capital, diversas outras cidades e instituições do Estado.

O governo do Iêmen está sob forte pressão desde setembro, quando os rebeldes xiitas ocuparam boa parte da capital, Sanaa.

CN/ap/afp/rtr/dpa

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