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Mundo

EUA lançam munições a rebeldes sírios

Medida seria parte da nova estratégia de apoio a grupos que combatem o "Estado Islâmico", após cancelamento do treinamento das milícias de oposição. Enviado da ONU à Síria pede maior diálogo entre Washington e Moscou.

Autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira (12/10) que o país realizou lançamentos aéreos de cargas de munição a grupos rebeldes na Síria durante o fim de semana.

A medida, que seria parte da nova estratégia de Washington para o conflito no país árabe, ocorre enquanto membros da comunidade internacional pressionam por um maior diálogo entre os EUA e a Rússia, que realiza

ataques aéreos a milícias rebeldes sírias

.

Representantes das Forças Armadas americanas contam que as munições lançadas por aviões cargueiros visam abastecer grupos no norte da Síria que combatem os extremistas do "Estado Islâmico" (EI).

Na semana passada, Washington anunciou o cancelamento de um

programa de treinamento de rebeldes sírios moderados

, substituindo a iniciativa pelo envio aéreo de equipamentos militares aos opositores do regime do presidente Bashar al-Assad.

No domingo, combatentes árabes e curdos, juntamente com uma milícia síria, formaram uma nova aliança intitulada Forças Democrática Sírias para combater o EI. O grupo deverá contar com ajuda militar americana.

O anúncio de Washington veio no mesmo dia em que o enviado da ONU à Síria, Ataffan de Mistura, confirmou que irá a Moscou para pedir um maior diálogo entre a Rússia e os EUA.

O dois países se encontram em posições distintas. A iniciativa militar de Moscou no país árabe visa oferecer ajuda militar ao regime de Assad, enquanto Washington defende que o presidente seja removido do poder.

Os russos afirmam que seus alvos são os extremistas do EI e de outras organizações terroristas, mas os americanos os acusam de bombardear grupos rebeldes de oposição a Damasco.

O enviado da ONU afirma que, além das conversas entre EUA e Rússia, mais necessário é encorajar o diálogo entre o regime sírio e as forças de oposição apoiadas por Washington.

RC/rtr/ap/afp

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