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Mundo

EUA enviam mais 130 assessores militares ao Iraque

Missão foi classificada pelo Pentágono como temporária e tem como objetivo avaliar a situação humanitária no norte do país. Secretário de Defesa garante que não se trata de operação de combate.

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Refugiados yazidis nas montanhas perto de Sinjar

Mais 130 assessores militares dos EUA chegaram a Erbil, no Curdistão iraquiano, nesta terça-feira (12/08), anunciou o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel. A missão dos enviados é avaliar a situação humanitária no norte do Iraque e ajudar a definir os próximos passos para proteger a minoria religiosa yazidi.

O envio dos militares foi qualificado pelo Pentágono como uma missão temporária para analisar a extensão da crise enfrentada por dezenas de milhares de civis iraquianos acuados nas montanhas de Sinjar.

Segundo Hagel, não se trata de uma operação de combate. "Não voltaremos ao Iraque em nenhuma missão de combate de dimensões como as que já tivemos no país", afirmou, fazendo referência à guerra de oito anos que custou a vida de mais de 4.400 americanos.

O secretário de Estado americano, John Kerry, confirmou o teor da expedição. "Eles farão uma análise rápida e crítica, porque acreditamos que essas pessoas precisam ser removidas urgentemente da montanha", disse. Uma fonte do governo americano, que não quis ser identificada, acrescentou que a missão pode durar menos de uma semana.

O mesmo oficial também disse que as tropas não irão executar nenhum tipo de missão de resgate dos yazidis, mas apenas avaliar a viabilidade de tal resgate e como ele seria feito, além de avaliar o uso de ataques aéreos como parte da estratégia para defender a minoria religiosa dos militantes do Estado Islâmico (EI).

O presidente americano, Barack Obama, tem insistido que não enviará tropas de combates de volta para o Iraque. Desde o avanço dos militantes radicais sunitas do EI em junho, os EUA já haviam enviado 700 soldados para proteção de seus diplomatas e aconselhamento do Exército iraquiano.

Para apoiar o Iraque na luta contra os radicais, a Alemanha também considera o envio de armamento para o país. Nesta terça-feira, a ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, admitiu que o Ministério da Defesa, em coordenação com o Ministério do Exterior, estuda a possibilidade de uma cooperação com o Exército iraquiano e com os curdos, através do fornecimento de material militar não letal.

IP/dpa/ap/afp/rtr

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