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Mundo

EUA consideram enviar armas à Ucrânia

Segundo jornal, governo Obama reconsidera possibilidade após acirramento do conflito no leste ucraniano. Relatório defende envio de 3 bilhões de dólares em armamento.

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Soldados ucranianos que lutam na região de Lugansk, no leste do país

O governo dos Estados Unidos considera enviar armas para a Ucrânia, que luta contra uma insurgência separatista no leste do país, informou neste domingo (01/02) o jornal The New York Times.

Apesar de uma decisão ainda não ter sido tomada, o governo do presidente Barack Obama está reconsiderando a possibilidade de enviar "ajuda letal" após o acirramento do conflito entre as forças ucranianas e os rebeldes pró-Rússia, afirma o jornal.

Segundo funcionários anônimos do governo, citados pelo New York Times, o secretário de Estado, John Kerry, e o chefe do Estado Maior Conjunto, Martin Dempsey, estão dispostos a debater a ideia, também apoiada pelo comandante militar da Otan na Europa, general Philip Breedlove. A conselheira de segurança nacional, Susan Rice, também estaria disposta a rever sua resistência ao envio de armas letais.

Os Estados Unidos e a Otan acusam a Rússia de apoiar militarmente os rebeldes, mas até agora descartaram fornecer armas letais para as Forças Armadas da Ucrânia. Em vez disso, foram fornecidos coletes de proteção, capacetes, equipamento médico e radares para detectar mísseis.

A Rússia nega que esteja apoiando os rebeldes com armas e soldados, apesar das diversas denúncias da Otan e do governo em Kiev de que soldados russos cruzaram a fronteira para se unir aos separatistas.

Kerry visitará Kiev nesta quinta-feira, para encontros com o presidente Petro Poroshenko e outros representantes do governo ucraniano. Um relatório independente, a ser divulgado nesta segunda-feira, vai defender que os Estados Unidos enviem armas e equipamentos de defesa no valor de 3 bilhões de dólares para a Ucrânia, incluindo mísseis antitanque e drones de reconhecimento.

AS/afp/rtr

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