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Mundo

EUA confirmam ataques aéreos perto da represa de Mossul

Na maior ofensiva contra o "Estado Islâmico", caças e drones americanos atuaram em conjunto com tropas curdas. Represa de Mossul é de grande importância estratégica.

O Pentágono confirmou neste sábado (16/08) a utilização de caças e aeronaves não tripuladas (drones) durante a ofensiva para retomar a represa de Mossul das mãos dos combatentes do "Estado islâmico" (EI), em conjunto com tropas curdas, que avançam por terra.

No total foram nove ataques aéreos perto da principal represa do país, que destruíram ou danificaram quatro veículos blindados de transporte de tropas, sete viaturas armadas, dois veículos Humvee e um carro blindado, detalhou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), que cobre as regiões do Oriente Médio e da Ásia Central.

Os ataques foram conduzidos no intuito de "apoiar os esforços humanitários no Iraque e proteger instalações e pessoal americanos". O Centcom afirmou que todas as aeronaves deixaram a zona de ataque em segurança.

De acordo com testemunhas, os ataques aéreos foram iniciados na manhã deste sábado, seguidos de combates por terra durante a tarde. A primeira fase da ofensiva dos combatentes curdos peshmerga, com apoio aéreo americano, concentrou-se em quatro áreas próximas à represa, assim como nas localidades de Mahmuda, Telskuf, Zumar e Tilke.

Essa foi a maior ofensiva conjunta realizada até agora contra as milícias do EI. Tropas curdas afirmam que ao menos 20 jihadistas teriam sido mortos e 11 feridos em consequência dos ataques.

Importância estratégica

As forças curdas perderam o controle da represa no dia 7 de agosto, durante uma ofensiva do EI na qual os extremistas islamistas conquistaram diversos vilarejos e outros pontos importantes da infraestrutura local, como poços de petróleo.

A represa no rio Tigre, localizada a cerca de 50 quilômetros ao norte de Mossul e próxima à capital curda Erbil, fornece energia elétrica para boa parte da região e é fundamental para a irrigação em grandes áreas da província de Nínive. Havia temores que a barragem de Mossul pudesse ser utilizada como arma pelos jihadistas, para inundar a região.

RC/lusa/dpa/afp/ap/rtr

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