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Mundo

Estrangeiros naturalizados vão às urnas

Cerca de um milhão de cidadãos são eleitores novos no país. Trata-se dos imigrantes que receberam um passaporte alemão nos últimos quatro anos.

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A turca-alemã Aese Cetin, de Berlim, vota pela primeira vez

"Parece ser muito complicado", fala Margarita, 34 anos, nascida no Equador. A latino-americana, que participou neste domingo pela primeira vez de eleições na Alemanha, foi às urnas em Colônia com muito nervosismo. "Estou muito ansiosa. Há uma semana, só falo nisso com meu marido Oliver e com meus amigos. Estou muito feliz", conta a equatoriana.

A decisão de voto foi encontrada por Margarita "após ver os debates televisionados e discutir sobre os objetivos das plataformas dos partidos". Vivendo há uma década na Alemanha, Margarita havia votado pela última vez, há onze anos, ainda em sua terra natal. "Aqui na Alemanha, me informei bem sobre os candidatos de minha seção (que são eleitos diretamente)", fala a equatoriana.

Entre os estrangeiros, o maior contingente de imigrantes de segunda geração, com cidadania alemã, é o dos turcos. Songül Cetinkaya, nascida na Alemanha, só veio a receber um passaporte alemão poucos meses antes das últimas eleições. "Foi mesmo uma sensação de orgulho depois", conta a alemã-turca, em entrevista ao diário Süddeutsche Zeitung.

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