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Mundo

Estados Unidos afirmam ter matado vice do "Estado Islâmico"

Segundo homem do comando do grupo jihadista teria sido morto num ataque aéreo perto de Mossul. Segundo Casa Branca, Fadhil Ahmad al-Hayali era responsável por todas as operações da organização terrorista no Iraque.

O segundo homem no comando do grupo jihadista "Estado Islâmico" (EI) foi morto num ataque aéreo dos Estados Unidos no norte do Iraque, comunicou a Casa Branca nesta sexta-feira (21/08).

O Conselho de Segurança Nacional dos EUA identificou o militante morto como Fadhil Ahmad al-Hayali, também conhecido como Haji Mutaz, e afirmou que ele era o substituto direto do líder jihadista Abu Bakr al-Badhdadi.

No entanto, esta não é a primeira vez que os Estados Unidos anunciam a morte de Hayali. Em dezembro, autoridades da Defesa dos EUA, sob condição de anonimato, disseram que ele era uma das várias figuras importantes mortas em ataques da coalizão antiterror liderada pelos americanos na região. Na época, as fontes mencionaram outro pseudônimo de Hayali: Abu Muslim al-Turkmani.

Desta vez, porém, os Estados Unidos estão certos de que foram capazes de matá-lo, juntamente com um operador de mídias do EI, conhecido como Abu Abdullah, num ataque contra um veículo perto da cidade de Mossul, em 18 de agosto.

A Casa Branca descreveu Hayali como membro do conselho governante do "Estado Islâmico", e "um coordenador fundamental em mover grandes quantidades de armas, explosivos, veículos e pessoas entre Iraque e Síria".

"Ele apoiou operações do EI em ambos os países e foi responsável pelas operações do EI no Iraque, onde foi fundamental no planejamento de operações ao longo dos últimos dois anos, incluindo a ofensiva do EI em Mossul, em junho de 2014", disse a Casa Branca, em comunicado.

Assim como muitos outros jihadistas do alto escalão no Iraque, Hayali era membro da facção iraquiana da Al Qaeda antes de se juntar ao EI. Há relatos também de que ele teria sido um ex-oficial militar iraquiano da era do ex-ditador Saddam Hussein.

PV/ap/rtr/dpa

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