Esqueleto na Turíngia pode ser de menina desaparecida há 15 anos | Notícias sobre política, economia e sociedade da Alemanha | DW | 04.07.2016
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Alemanha

Esqueleto na Turíngia pode ser de menina desaparecida há 15 anos

Autoridades alemãs dizem que restos mortais achados numa floresta provavelmente são de garota de 9 anos desaparecida em 2001, quando voltava da escola para casa. Caso é um dos crimes mais enigmáticos das últimas décadas.

Policiais interditam área de floresta onde ossada foi encontrada

Policiais interditam área de floresta onde ossada foi encontrada

Um esqueleto encontrado numa floresta no estado da Turíngia pode ajudar a desvendar o destino da menina Peggy K., de 9 anos, desaparecida há 15 anos quando fazia o caminho da escola para casa. Os ossos, encontrados por um catador de cogumelo, são "muito provavelmente" de Peggy, afirmaram investigadores nesta segunda-feira (04/07).

No local – a apenas 15 quilômetros da casa da família da criança, na pequena cidade de Lichtenberg, na Baviera –, também foram achados objetos que possivelmente pertenciam à garota. De acordo com as autoridades alemãs, ainda não há informações sobre a causa da morte. Os restos mortais foram enviados para exames em Jena.

Peggy desapareceu em 2001, quando voltava da escola para casa

Peggy desapareceu em 2001, quando voltava da escola para casa

O caso Peggy é um dos crimes mais enigmáticos das últimas décadas na Alemanha e há décadas intriga as autoridades do país. Apesar de intensas e numerosas ações de busca, a criança permanece desaparecida desde 7 de maio de 2001.

Um homem com deficiência mental, que havia sido condenado à pena perpétua em 2004, suspeito de abusar sexualmente e de matar a menina, foi colocado em liberdade dez depois, em 2014, após diversas dúvidas sobre sua culpa. Ele teria chegado a confessar o crime, mas desmentiu a confissão meses depois.

As investigações e indícios errados levaram, entre outras coisas, a polícia a abrir o caixão de uma mulher de 81 anos por suspeitas de que a criança tivesse sido enterrada secretamente.

Além disso, investigadores fizeram intensas buscas na residência de um suspeito em Lichtenberg, fazendo buracos de vários metros no jardim da casa dele.

Houve, ainda, uma série de outras investigações e interrogatórios sem resultado. Em fevereiro do ano passado, inquéritos contra três suspeitos de envolvimento no caso foram arquivados por falta de provas. Na época haviam sido avaliados 4.800 indícios, e mais de 180 testemunhas foram interrogadas.

MD/afp/dpa

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