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Economia

Espanha recorre oficialmente à UE para ajudar bancos do país

Já estava claro que a Espanha apelaria aos parceiros europeus a fim de pedir ajuda para seus bancos deficitários. Governo em Madri oficializa, enfim, o pedido.

As especulações a respeito do valor exato da ajuda a ser concedida aos bancos espanhóis já vêm se arrastando há um bom tempo. Esses números, contudo, permanecem desconhecidos. Estima-se que o auxílio possa chegar até 100 bilhões de euros. Segundo informações do ministério espanhol da Economia, o governo em Madri enviou oficialmente uma carta ao presidente do Grupo do Euro, Jean-Claude Juncker, com o pedido de ajuda.

Salvação para o Bankia

Segundo o ministro espanhol da Economia, Luis De Guindos, os detalhes a respeito dos créditos aos bancos deverão ser divulgados até o dia 9 de julho próximo. De acordo com o ministério, os 100 bilhões de euros mencionados anteriormente serão suficientes para suprir a demanda dos bancos espanhóis. A soma corresponde exatamente ao que os membros do Grupo do Euro haviam reservado para o caso espanhol.

Spanischer Wirtschaftsminister Luis de Guindos

Luis de Guindos, ministro espanhol da Economia

O Banco Central da Espanha nomeou na última semana a necessidade de até 62 bilhões de euros. Segundo os representantes do Banco, o Estado espanhol precisa de recursos para apoiar seus bancos, acometidos por uma crise depois da explosão da bolha de especulação imobiliária ocorrida em 2008. A maior parte dos recursos estatais deverá se destinada ao Instituto Bankia, apoiado pelo Estado, bem como às três instituições Nova Caixa Galicia, Caixa Catalunya e Banco de Valencia.

Equipe da Troika adia viagem à Grécia

Enquanto isso, a Troika – formada pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) – adiou para o início de julho a viagem planejada para a Grécia. O adiamento se deu em função de problemas de saúde de membros do governo grego. Em Atenas, a equipe da Troika deverá fiscalizar se o país, altamente individado, está cumprindo com o programa de austeridade acertado.

Até agora, nada foi, contudo, feito neste sentido por parte da Grécia. Vassilis Rapanos, designado para o cargo de ministro das Finanças, teve sérios problemas de saúde na última semana e se encontra hospitalizado. E o primeiro-ministro Antonis Samaras está se recuperando de uma cirurgia oftalmológica.

Durante encontro de ministros do Exterior da UE em Luxemburgo, o titular alemão da pasta, Guido Westerwelle, demonstrou compreensão frente à situação: "A  doença é mais importante que todo o resto", concluiu o político.

SV/afp/dapd/dpa/rtr
Revisão: Carlos Albuquerque

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