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Alemanha

Erfurt tenta o retorno ao dia-a-dia

Alunos retornam à escola dez dias após a chacina no Ginásio Gutenberg, mas as aulas ainda estão longes de serem "normais". Debate político sobre conseqüências prossegue.

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Superar o ocorrido não é fácil para os alunos do Ginásio Gutenberg

Os cerca de 700 alunos do Ginásio Gutenberg, na capital da Turíngia, retornaram nesta segunda-feira (06) às aulas, dez dias após a tragédia de 26 de abril. Como a escola está passando por uma reforma, eles foram instalados provisoriamente numa outra vizinha, onde terão aulas nas próximas seis semanas e meia, até as férias de verão.

Durante quatro horas por dia, os estudantes terão principalmente oportunidade de conversar com professores e psicólogos sobre o ocorrido. "Ainda não é possível retornar às aulas normais", diz um porta-voz da Secretaria Estadual de Educação. Muitos alunos compareceram acompanhados dos pais, neste primeiro dia letivo após o massacre.

Mais de 70 professores de outras escolas estão colaborando com seus colegas do Ginásio Gutenberg, cujo corpo docente foi dizimado por Robert Steinhäuser. O ex-estudante, que tinha sido expulso da escola alguns meses antes, matou 12 dos 53 professores e a secretária do ginásio, uma estudante, um estudante e um policial, antes de se suicidar.

Políticos em busca de soluções – O chanceler federal Gerhard Schröder vai se reunir com os governadores dos 16 estados federados, na noite desta segunda-feira, para conversarem sobre as conseqüências da chacina. Parece haver consenso entre os políticos sobre mais um agravamento da lei de porte de armas.

Por ironia do destino, o Parlamento alemão estava aprovando em Berlim, no mesmo instante em que ocorria o tiroteio na escola em Erfurt, mudanças na legislação que tornavam mais rigoroso o regulamento da compra e porte de armas. Depois do ocorrido, elas são consideradas insuficientes. Está em debate, entre outras alterações, elevar de 18 para 21 anos a idade a partir da qual o porte de armas deve ser permitido.

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