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América Latina

Equipes reiniciam buscas após deslizamento na Guatemala

Forte chuva causou avalanche, que soterrou casas e deixou pelo menos 30 mortos. Entre 450 e 600 pessoas estão desaparecidas. Catástrofe é uma das piores a atingir país centro-americano.

Equipes de resgate retomaram neste sábado (03/10) as operações de busca de vítimas do deslizamento de terra que matou pelo menos 30 pessoas na quinta-feira na Cidade da Guatemala. Entre 450 e 600 pessoas estão desaparecidas.

As operações foram suspensas oficialmente na noite de sexta-feira, por medidas de segurança e falta de visibilidade. Entre 125 e 150 casas foram atingidas, segundo as autoridades.

Fortes chuvas provocaram o deslizamento, ocorrido no bairro de El Cambray 2, localizado em Santa Catarina Pinula, uma pequena cidade 15 quilômetros a sudeste da capital da Guatemala.

Repleta de montanhas, a Guatemala é uma das nações mais vulneráveis a desastres naturais no mundo, devido a intensas chuvas e furacões que afligem o território do país, além do alto níveis de pobreza, que leva muitos a viverem em áreas consideradas perigosas.

Embora as autoridades tivessem advertido há bastante tempo sobre o risco para o bairro Cambray 2, criado em 1999 no sopé de uma montanha e perto de um rio, o assentamento continuou crescendo, com diversas casas e barracos construídos precariamente.

O desastre é o pior ocorrido na Guatemala desde 2005, quando centenas de pessoas ficaram soterradas em Panabaj, no município de Santiago Atitlan, devido a chuvas torrenciais durante a passagem do furacão Stan. As autoridades declararam o local como cemitério, devido à impossibilidade em se recuperar todos os corpos.

MD/efe/lusa/ap

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