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Economia

Empresa alemã tece para novo projeto de Christo

O material para o próximo projeto do Christo está sendo confeccionado pela Schilgen, da região de Münsterland. É a segunda colaboração entre a firma e o artista.

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Reichstag em Berlim também foi empacotado com tecido da Schilgen

Nove anos depois do empacotamento do Reichstag alemão, em 1995, o casal de artistas Christo e Jeanne Claude realizará The Gates, no Central Park em Nova York. Os tecidos para os "portões" estão sendo feitos pela empresa Schilgen em Elmsdetten, cidade pequena na região de Münsterland. Este é o segundo projeto em que há colaboração entre a firma e o artista.

Tradição centenária

A empresa, com seus 130 anos de história, tem 22 teares que produzem tecidos tanto naturais como sintéticos. Seus produtos são utilizados nas áreas da indústria (filtragem, automóveis, isolamento), na agricultura e na proteção do meio ambiente (por exemplo, materiais para proteger o solo contra erosão).

O desenvolvimento é feito com base em know-how próprio, mas também se consulta universidades ou outros laboratórios de pesquisa para garantir progresso com boa qualidade. Além disso, a firma atende desejos individuais, como acontece com Christo.

Por três meses, um tear está produzindo exclusivamente o tecido para a obra do artista. Trata-se de 100 mil metros quadrados de um material consistente feito de poliamide, com uma trama bem complicada. Para a empresa, é um trabalho extraordinário, especialmente por causa da ligação incomum de arte e indústria.

Segundo o gerente, Stephan Schilgen, o contato teve início com uma carta que ele escreveu a Christo simplesmente perguntando sobre a possibilidade de uma colaboração. Agora os dois projetos são uma boa publicidade para a firma Schilgen.

Arte fugaz

Christo und Jeanne-Claude in Hamburg

O casal em visita a Hamburgo

O projeto consiste em 7500 portões, cada um com cerca de 5 metros de altura e entre 1,82 e 5,48 metros de largura. O planejamento da obra, que vai ficar com 37 quilômetros de extensão, já começou em 1979, estando ela agendada para fevereiro de 2005. Os portões vão marcar os caminhos como janelas enormes com tecidos luminosos que vão flutuar a 2,13 metros de altura. Depois de 16 dias tudo terá passado. Seguindo o lema do Christo de que sua arte é fugaz, os tecidos vão entrar para uma trituradora e depois ser reciclados para usos diferentes.

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