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Economia

Empresários elogiam plano de combate ao desemprego

Presidentes da IBM e da Ford vêem avanços. Partido Liberal anuncia apoio a pacote do governo.

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Medidas visam agilizar sobretudo ação do Departamento do Trabalho

Enquanto federações patronais criticam o programa apresentado pela Comissão Hartz para o governo Schröder, empresários de grandes multinacionais receberam bem o pacote de medidas que o chanceler social-democrata pretende implantar imediatamente. "Quem quer que vença as eleições de 22 de setembro não terá como esquivar-se da aplicação da maior parte destas propostas", afirmou Erwin Staudt, presidente da IBM da Alemanha.

Em recado às críticas da oposição, o empresário ressaltou que "nem tudo é jogada de marketing e agonia eleitoral", referindo-se à desvantagem do governo social-democrata e verde nas pesquisas. Para democrata e social-cristãos, o pacote é uma iniciativa eleitoreira e de desespero de Schröder. Já o Partido Liberal anunciou seu apoio para a aprovação das medidas no parlamento.

O presidente da Ford alemã também ficou entusiasmado. "Finalmente surge um novo espírito de reforma. É o fim de estruturas incrustadas e de uma burocracia que só administrava o desemprego. O modelo, entretanto, só funcionará se houver crescimento econômico", reagiu Rolf Zimmermann.

As entidades patronais não partilham do otimismo. Para Michael Rogowski, da Confederação Alemã da Indústria (BDI), o projeto apenas melhora a administração dos desempregados, mas não aponta soluções para o crescimento econômico e a criação de empregos. Dieter Hund, presidente da Federação Alemã dos Empregadores (BDA), bate na mesma tecla: "O resultado da comissão é magro. As propostas não mexem nas fraquezas básicas do mercado de trabalho alemão."

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