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Brasil

Em visita ao Brasil, chefe do FMI defende disciplina fiscal

Christine Lagarde conhece Complexo do Alemão, no Rio, e elogia Bolsa Família por custar apenas 0,5% do PIB e beneficiar 50 milhões de pessoas. Mas alerta que governo precisa conter gastos para garantir programas sociais.

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, defendeu nesta quinta-feira (21/05) a disciplina fiscal como instrumento básico para garantir a execução de programas sociais no Brasil. Durante visita ao teleférico do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, ela elogiou o Bolsa Família e a destinação de recursos a programas sociais no país.

A chefe do FMI destacou o programa custar apenas o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), beneficiando 50 milhões de brasileiros. Mas foi firme ao comentar que a "disciplina fiscal" é a base necessária que permite financiar o benefício. "Eles andam juntos. As pessoas que mais sofrem com a indisciplina fiscal são os mais pobres", destacou a chefe do FMI.

Lagarde esteve acompanhada da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, durante a visita ao Complexo do Alemão. Ela embarcou em uma das gôndolas do teleférico e assistiu a uma apresentação de capoeira na Estação Alemão. Lá, ela conversou com empreendedores e pessoas da comunidade que recebem o Bolsa Família. Segundo Campello, Lagarde quis saber detalhes sobre o Cadastro Único.

A visita da chefe do FMI ao Alemão foi organizada a partir de um pedido da própria Lagarde para conhecer programas sociais brasileiros, que foram tema no último relatório anual do fundo. Ela está no Brasil desde a quarta-feira para uma agenda econômica e social.

Lagarde viajou a Brasília, onde se encontrou com a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Ela volta ao Rio na sexta, onde participará do 17º Seminário Anual sobre Metas para a Inflação, organizado pelo Banco Central.

MSB/efe/abr

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