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Mundo

Em um ano, EI matou mais de 3 mil pessoas na Síria

Segundo organização de direitos humanos, mais da metade das vítimas era civil, entre elas há crianças. Jihadistas proclamaram califado em 2014 e agem com brutalidade extrema contra população de regiões conquistadas.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos anunciou neste domingo (28/06) que, em um ano, o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI) já teria executado mais de 3 mil pessoas na Síria, entre elas, cerca de 1,7 mil era civil e outras 74 crianças.

De acordo com a organização sediada em Londres, esses dados foram recolhidos desde 29 de junho de 2014, quando o grupo terrorista proclamou um califado que ia da região de Aleppo, no norte da Síria, até Diyala, no leste do Iraque, e são baseados em informações de médicos, combatentes e ativistas que estão em território sírio.

Cerca da metade das vítimas pertencia a tribo sunita Shaitat. Em 2014, o EI matou aproximadamente 930 integrantes do grupo na província de Deir ez Zor, depois de uma rebelião promovida contra os extremistas.

As 223 vítimas dos recentes confrontos em Kobane também foram incluídas nesse balanço. Em janeiro, após quatro meses de lutas, as unidades curdas haviam forçado os jihadistas a se retirarem da cidade. Porém, na última quinta-feira, inesperadamente os extremistas do EI começaram uma

nova ofensiva

, realizando três atentados suicidas.

Ainda segundo o Observatório, quase 900 integrantes das forças de segurança do governo teriam sido executados pelos jihadistas. Mais de 200 militantes de outros grupos rebeldes e milícias curdas que combatem os extremistas também teriam sido assassinados.

Os combatentes do "Estado Islâmico" agem com extrema brutalidade contra a população de regiões conquistadas que seguem outra religiões ou se opõem aos jihadistas.

CN/afp/rtr

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