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Mundo

Egito bombardeia Sinai em ofensiva contra extremistas

Ação é represália a série de ataques contra postos egípcios na fronteira israelense. Com pelo menos 20 mortos, é o pior bombardeio aéreo na Península do Sinai em décadas.

Ao menos 20 supostos militantes islâmicos foram mortos durante um ataque aéreo nesta quarta-feira (08/08) no norte da Península do Sinai, perto da fronteira israelense. O ataque é atribuído ao Exército egípcio em retaliação a uma série de ofensivas contra postos de controle na fronteira israelense.

Aviões de guerra bombardearam a cidade de Sheikh Zuwaid e, além de matar rebeldes islâmicos, deixaram dezenas de feridos. Um comandante do Exército egípcio confirmou à agência de notícias Reuters que uma ofensiva militar ainda está em andamento.

Os ataques aéreos aconteceram horas depois de três postos de segurança egípcios serem atacados por rebeldes islâmicos perto da capital do Sinai, El-Arish, a 50 quilômetros da fronteira entre Gaza e Israel. Cinco militares e um civil ficaram feridos.

Neste domingo (05/08), 16 guardas de fronteira egípcios foram mortos numa emboscada. Mais de trinta homens não identificados roubaram dois veículos blindados e violaram a fronteira de Israel.

O governo egípcio acusou rebeldes islâmicos pela emboscada e o presidente Mohammed Morsi prometeu retaliação.

Em resposta à ação ocorrida no domingo, o governo no Cairo fechou por tempo indefinido a fronteira de Rafah com a Faixa de Gaza, que é admnistrada pelo grupo islâmico Hamas.

GMF/lusa/rtr/dpa
Revisão: Luisa Frey

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