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Esporte

Effenberg assina contrato com o Wolfsburg

O jogador alemão Effenberg decidiu não encerrar sua carreira de futebol, conforme anunciara, e assinou contrato com Wolfsburg na sexta-feira (16). O contrato é de um ano e Effenberg vai ganhar 2 milhões de euros.

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Entrevista coletiva com Stefan Effenberg em Wolfsburg

O ex-jogador do Bayern de Munique, 34 anos, cujo contrato com o Bayern de Munique encerrou-se no final da temporada 2001/2002, era considerado quase um aposentado, depois de tentar em vão conseguir um emprego em clubes alemães, ingleses, espanhóis e turcos.

Stefan Effenberg começou sua carreira no Bayern de Munique, passou pela Fiorentina (Itália) e Borussia Mönchengladbach e voltou para o Bayern. Portanto, depois de atuar pelo mais prestigiado clube alemão, volta agora para o Wolfsburg, um clube médio.

No Wolfsburg, já está claro que o "chefão" Effenberg vai vestir a camisa 10, que pertencia ao polonês Krzystof Nowak. Este teve de encerrar sua carreira por causa de uma doença que o deixou paralítico. Em sinal de reconhecimento ao jogador, o Wolfsburg pretendia aposentar a camisa 10, mas foi o próprio Nowak quem a colocou à disposição de Effenberg.

Há, porém, quem tema que a excentricidade de Effenberg perturbe o elenco do Wolfsburg: "Sua transferência vai causar uma confusão no time. Ele vai suscitar inveja e rejeição e será um perfeito bode expiatório se o time for mal", comentou o ex-campeão do mundo Paul Breitner no jornal Bild am Sonntag.

O diretor de futebol do Wolfsburg, Peter Pander, que forçou a vinda do armador de 34 anos, está entretanto otimisita: "As reações dos jogadores foram muito positivas. A equipe ficou contente e quase todos poderão aprender com ele." E acrescentou: "Estávamos procurando um líder em campo. Stefan Effenberg já provou que é líder tanto no Mönchengladbach quanto no Bayern."

Effenberg disputou 35 partidas pela seleção alemã e foi protagonista de vários escândalos. Por exemplo, seu gesto obsceno na Copa de 1994, nos Estados Unidos, ao ser vaiado pela torcida. Recentemente, fez declarações polêmicas à edição alemã da revista Playboy, acusando os desempregados alemães de serem preguiçosos.

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