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Mundo

Editora negocia venda do "Financial Times"

Quase 60 anos após adquirir renomado jornal, britânica Pearson confirma estar em discussões avançadas sobre a venda do Grupo FT. Especula-se que a alemã Axel Springer seja a potencial compradora.

A editora britânica Pearson decidiu vender o jornal Financial Times (FT) a uma "companhia global de notícias digitais", disse uma fonte próxima às negociações nesta quinta-feira (23/07), sem fornecer maiores detalhes.

"A Pearson observa a recente especulação da imprensa e confirma que está em discussões avançadas sobre a potencial venda do Grupo FT, embora não haja certeza de que as discussões vão resultar numa transação. Um novo anúncio será feito se e quando for apropriado", diz um comunicado publicado pela editora nesta quinta-feira.

A Pearson, fundada em 1844, considerada a maior editora de livros do mundo e líder em publicações na área da educação. Ela adquiriu o Financial Times em 1957. Hoje, o Grupo FT inclui o tradicional diário impresso em papel cor salmão, o site ft.com e 50% de participação na revista semanal The Economist, além de uma joint venture com o jornal russo Vedomosti.

Segundo o Financial Times, a editora alemã Axel Springer, que publica jornais como o Bild e o Die Welt, é a potencial compradora. A Pearson não identificou possíveis nomes para a aquisição do Grupo FT.

Analistas e investidores atribuem a venda à mudança de estratégia da Pearson, que agora está focada em educação. Fundado em 1888, o venerado Financial Times tem uma circulação de mais de 2 milhões de exemplares.

A versão alemã do jornal – o Financial Times Deutschland – foi criada em 2000 e extinta em 2012, devido a perdas estimadas em mais de 250 milhões de euros.

KG/rtr/ap

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