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Mundo

Durão Barroso retira proposta para Comissão Européia

Diante da derrota iminente no Parlamento Europeu, o político português retirou sugestão para a composição do órgão executivo do bloco, pedindo aos parlamentares mais tempo para buscar solução. Prodi permanece no cargo.

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Estréia infeliz em sua nova função

"Eu preciso de mais tempo", declarou ao Parlamento Europeu (PE) o presidente designado da Comissão Européia, Durão Barroso. "Se tivéssemos votado hoje, o resultado não teria sido positivo para as instituições européias", acrescentou o político português, que espera encontrar uma solução "em questão de semanas".

O presidente do PE, Josep Borrell, constatou em seguida que a UE está penetrando "em terras desconhecidas" e que a atual Comissão continuará exercendo sua função sob a presidência do italiano Romano Prodi enquanto necessário.

Comissão proposta não tinha chance – Depois de as bancadas terem se reunido, na manhã desta quarta-feira (27/10), ficou claro que a maioria dos social-democratas e dos liberais votaria contra a comissão proposta por Durão Barroso. Os verdes, a esquerda unida e os eurocéticos já tinham anunciado antes a sua recusa. A equipe indicada pelo político português contava com o apoio somente da bancada conservadora do Partido Popular Europa.

As críticas à escolha de Barroso foram motivadas principalmente pelo italiano Rocco Buttiglione, designado para comissário da Justiça, por causa de pronunciamentos a respeito de homossexuais e da função da mulher na família.

O chanceler federal alemão, Gerhard Schröder, manifestou esperança de que o adiamento da votação permita encontrar uma solução para o problema. O chefe de governo alemão lamenta que a disputa entre a Comissão e o Parlamento Europeu tenha tomado esse rumo. "Nós não precisamos de um conflito entre as instituições. Precisamos é de uma Comissão forte, apta a exercer sua função", disse Schröder.

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