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Alemanha

Dois alemães possivelmente seqüestrados no Iraque

Governo não descarta que mãe e filho tenham sido vítimas de 'seqüestro violento'. Jornal diz que seqüestradores fizeram contato com familiares em Berlim. Três alemães raptados no Iraque em 2005 e 2006 foram libertados.

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Força-tarefa em Berlim se ocupa do desaparecimento de dois alemães no Iraque

Nove meses depois do rapto de dois engenheiros alemães, mais duas pessoas com cidadania alemã possivelmente foram seqüestradas em Bagdá. Segundo informações da emissora de televisão pública ARD, uma alemã casada com um médico iraquiano bem como seu filho – funcionário do Ministério das Relações Exteriores do Iraque – teriam sido raptados há uma semana.

O ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, não descarta que os dois tenham sido vítimas de "um seqüestro violento". Desde 6 de fevereiro, uma força-tarefa de seu ministério se ocupa do caso. "Está sendo feito todo o possível para que os dois retornem com saúde às suas famílias", disse Steinmeier, em Bruxelas, onde participa da reunião dos ministros das Relações Exteriores da União Européia.

O jornal Berliner Zeitung informou, mencionando fontes ligadas às autoridades alemãs de segurança, que os seqüestradores já mantiveram contato com um membro da família das vítimas em Berlim. Eles teriam ameaçado matar um dos seqüestrados, que vivem no Iraque há décadas. Ainda não está claro se há um fundo político ou se há exigência de pagamento de resgate, acrescentou o jornal.

Indústria do seqüestro

Jahresrückblick Mai 2006 Deutschland Rene Bräunlich und Thomas Nitzschke frei

Rene e Thomas Bräunlich permaneceram mais de três meses em cativeiro

Se confirmado, este seria o terceiro seqüestro de alemães no Iraque nos últimos 15 meses. Os engenheiros René Bräunlich e Thomas Nitzschke, do Leste alemão, foram libertados no ano passado depois de mais de três meses em cativeiro.

Em dezembro de 2005, a arqueóloga Susanne Osthoff foi solta após ter ficado mais de três semanas em poder dos seqüestradores. Nos dois casos houve especulações – não confirmadas – de que a Alemanha pagou resgate.

Segundo a ARD, no Iraque se consolidou uma verdadeira "indústria do seqüestro". Até 50 iraquianos são raptados por dia. Dados do governo norte-americano apontam que os resgates exigidos nestes casos oscilam entre 30 mil e 50 mil dólares. Para estrangeiros, o valor seria bem superior.

Segundo informações do Ministério das Relações Exteriores em Berlim, apesar de todas as advertências das autoridades de segurança, cerca de cem alemães ainda vivem no Iraque.

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  • Data 12.02.2007
  • Autoria (rw/gh)
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  • Link permanente http://p.dw.com/p/9q68
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