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Economia

Dinheiro não é lixo! Ou é?

Derreter moedas, destruir notas: o trabalho dos bancos estaduais alemães daqui pra frente não é pouco e deve se estender pelos próximos anos. E pode até ter consequências perigosas, se não for executado com cuidado.

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As notas destruídas gerarão 3,4 mil metros cúbicos de lixo comprimido

Mesmo que nas ruas e carteiras poucos exemplares do marco tenham sido vistos nos últimos dois meses, os bancos estaduais alemães terão o que fazer por vários anos. Segundo previsão dos bancos, o processo de destruição da moeda só deverá estar completo por volta de 2004.

Especialistas estimam que 28 bilhões de moedas circulavam na Alemanha em 2001. A destruição desse volume deve gerar cerca de 100 mil toneladas de metal, cuja venda terá de ser feita aos poucos, com cuidado para não levar o mercado metalúrgico à falência.

As decisões quanto à destruição dos marcos foi deixada a critério dos bancos estaduais. Um terço das notas produzidas nos últimos anos foi selecionado e destruído em virtude de problemas de impressão.

Mesmo assim, depois que as notas existentes tenham sido destruídas, pode-se contar com um volume de 3,4 mil metros cúbicos de lixo quando comprimido, o que representa aproximadamente um cubo de 15 metros de altura por 15 metros de largura e 15 metros de profundidade. Os resíduos serão depois levados para depósitos de lixo ou queimados.

Com as moedas, será um pouco mais complicado, pois os bancos não têm nenhuma experiência no assunto. Talvez seja necessária a compra de máquinas novas, capazes de reduzir moedas maiores que 50 centavos em pedacinhos ou achatá-las. O Ministério das Finanças é que vai decidir com que ritmo tanto metal poderá ser vendido.

Das notas já se andou fazendo material de isolamento e até briquetes. Por fim, pode ser que as moedas de um marco voltem como moedas de um euro. Ou então como panelas, garfos, bandejas...