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Ciência e Saúde

Dilma anuncia metas ambientais ambiciosas nas Nações Unidas

Durante discurso na conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, presidente informa que Brasil pretende reduzir emissão de gases poluentes em 37% até 2025 e 43% até 2030, tendo como base o ano de 2005.

New York UN Rede Dilma Rousseff

Presidente Dilma Rousseff discursa na conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável

Em discurso durante a Conferência das Nações Unidas para a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015, neste domingo (27/09) em Nova York, a presidente Dilma Rousseff anunciou a contribuição do país para mitigar o impacto das mudanças climáticas.

Segundo Dilma, as metas brasileiras para reduzir a emissão de gases poluentes são de 37% até 2025 e de 43% até 2030, tendo como referência para os cálculos o ano-base de 2005.

A presidente explicitou ainda "objetivos ambiciosos" para o setor energético, destacando a garantia de 45% de fontes renováveis na matriz energética brasileira. Segundo ela, no mundo, essa média é de 13%.

Os demais anúncios feitos por Dilma incluem a participação de 66% de fonte hídrica na geração de eletricidade; a parcela de 23% de fontes renováveis, eólica, solar e biomassa na geração de energia elétrica; o aumento de cerca de 10% na eficiência elétrica; e o percentual de 16% de etanol carburante e demais fontes derivadas da cana-de-açúcar no total da matriz energética.

A presidente brasileira informou ainda que o país pretende pôr um fim ao desmatamento ilegal até 2030, reflorestando 12 milhões de hectares e restaurando 15 milhões de hectares adicionais de pastagens degradadas.

Em seu discurso, Dilma destacou: "O Brasil é um dos poucos países em desenvolvimento a assumir uma meta absoluta de redução de emissões. Temos uma das maiores populações e PIB [Produto Interno Bruto] do mundo e nossas metas são tão ou mais ambiciosas que aquelas dos países desenvolvidos."

Segundo a chefe de Estado, os números anunciados em Nova York serão levados à Conferência do Clima, em Paris, como compromisso assumido pelo governo brasileiro.

CA/dpa/abr

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