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Mundo

Destino de reféns do EI continua incerto

Após fim de prazo para troca de prisioneiros entre o "Estado Islâmico" e a Jordânia, ainda não há informações sobre um jornalista japonês e um piloto jordaniano. Amã exige prova de que piloto está vivo.

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Em vídeo, Kenji Goto segura foto do piloto Mu'ath al-Kaseasbeh

O destino de um jornalista japonês e de um piloto jordaniano reféns da milícia terrorista "Estado Islâmico" (EI) continua incerto nesta sexta-feira (30/01), após o prazo estabelecido para uma possível troca de prisioneiros ter expirado .

Antes de atender à exigência do EI e trocar uma jihadista iraquiana presa na Jordânia pelo jornalista Kenji Goto e o piloto Muath al-Kasaesbeh, o governo em Amã pediu uma prova de que o piloto está vivo. O prazo para que a terrorista fosse solta expirou ao "pôr do sol" desta quinta-feira (hora do Iraque).

Um porta-voz militar jordaniano afirmou em comunicado que "as instituições governamentais estão trabalhando dia e noite no caso do piloto Muath al-Kasaesbeh". Ele apelou aos cidadãos do país para que não deem atenção a rumores. "Nós os informaremos no devido tempo sobre os novos desenvolvimentos."

No fim da noite de quinta-feira, autoridades japonesas disseram, por sua vez, não ter nenhum progresso a relatar sobre o caso. O porta-voz do governo em Tóquio, Yoshihide Suga, destacou que o Japão tem "grande confiança" de que os jordanianos ajudarão a salvar a vida do refém japonês.

Depois que o prazo para a troca de prisioneiros expirou, o ministro da Informação da Jordânia, Mohammed al-Mumami, afirmou à mídia japonesa que seu país continuará trabalhando junto ao Japão para a libertação de Goto.

Após o fim do prazo, a mãe do jornalista japonês, Junko Ishido, declarou estar "muito preocupada"." Gostaria que a vida do meu filho fosse salva em troca da minha."

CA/dpa/ap

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