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Mundo

Desafios da Espanha na presidência da UE

Combate ao terrorismo, reforma e ampliação da União Européia são as metas da presidência rotativa nas mãos de Madri, embora a chegada de novos países signifique menos subsídios para a Espanha.

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Aznar (dir.) assumiu a presidência da UE na presença de Prodi

A Espanha pretende reforçar nos próximos meses a cooperação entre as polícias e as Justiças tanto na União Européia como com outras nações, para melhor combater o terrorismo.

Um dos principais objetivos assinalados pelo primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, é a cooperação com os Estados Unidos. Ele assumiu oficialmente o cargo numa visita do presidente da Comissão Européia, Romano Prodi, esta semana.

Até a conferência de encerramento da presidência espanhola, na cidade de Sevilha, em junho, terá que ser encaminhada ainda a reforma da União Européia e sua ampliação para o Leste. Os países candidatos são Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Malta, Eslováquia, Eslovênia, República Tcheca, Hungria e Chipre.

Divisão do bolo - Para Espanha, Portugal, Grécia e Irlanda, que estão entre os principais beneficiados com os subsídios de Bruxelas, aprovar a ampliação não será decisão fácil, pois implica a divisão do bolo. Provavelmente já a partir de 2004, a União Européia terá 25 países.

Ainda entre as metas da administração espanhola da UE está o desenvolvimento social e econômico da Europa. Numa conferência de cúpula marcada para meados de março, em Barcelona, será discutida a liberalização dos mercados de energia e de gás, assim como a criação de novos empregos.

Mais tarde, na segunda conferência de cúpula entre a União Européia e a América Latina, em maio, na capital Madri, a Espanha terá oportunidade de servir de elo de ligação transatlântica. Esta é a terceira vez que a Espanha detém a presidência semestral rotativa da União Européia, depois de 1989 e 1995. A partir de 1º de julho, a função será passada à Dinamarca.