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Esporte

Dedê defende professor de auto-escola suspeito de corrupção

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Dedê: 'Tudo foi feito de forma totalmente correta'

O jogador brasileiro Dedê, do Borussia Dortmund, saiu em defesa do professor de uma auto-escola de Northeim (na Baixa Saxônia), acusado de corrupção na renovação de carteiras de motoristas de aproximadamente 40 jogadores estrangeiros na Bundesliga.

"Tudo foi feito de forma totalmente correta", disse Dedê, em entrevista à revista Focus, neste sábado (16/12). Dedê admitiu ter recomendado o professor a outros jogadores brasileiros. "Ele foi muito gentil, mas isso não significa que facilitou as coisas para nós. Estudei intensivamente durante seis semanas para as provas", disse.

Segundo a Focus , quem desencadeou a corrida de jogadores à auto-escola em Northeim foi o ex-árbitro de futebol Manfred Uhlig. Ele garantiu à revista que todos os procedimentos da escola estavam "100% em ordem". Além de Dedê, outros jogadores brasileiros do Dortmund teriam feito a carteira de motorista alemã em Northeim.

Segundo informações da imprensa alemã, também Diego, destaque do Werder Bremen, o zagueiro Lúcio (Bayern de Munique), o meia Zé Roberto (ex-Bayern, que atualmente está no Santos), Marcelinho e Gilberto (do Hertha Berlim) estavam na lista de clientes da auto-escola investigada pela promotoria da região de Göttingen.

O "esquema" consistia em registrar temporariamente os jogadores na casa de um professor da auto-escola. Assim, os atletas poderiam realizar os trâmites de renovação da carteira de motorista na Alemanha com um avaliador preparado pelo próprio professor. Segundo a promotoria, por enquanto foram feitas acusações apenas contra o professor da auto-escola, não contra os jogadores.

O Hertha Berlim defendeu Marcelinho e Gilberto. O porta-voz do clube, Hans-Georg Felder, disse que "foram pagos os preços normais de mercado pela renovação da carteira. Nenhum dos nossos jogadores se registrou pro forma em Northeim. Tudo foi feito em coordenação com uma autoridade em Berlim". (gh)