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Mundo

De voluntário a gestor

Criado há 40 anos, o Serviço Alemão de Cooperação Técnica e Social já enviou mais de 13 mil profissionais qualificados para atuar em países do Terceiro Mundo.

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O Serviço Alemão de Cooperação Técnica e Social — Deutscher Entwicklungsdienst (DED) — teve um padrinho proeminente. A cerimônia de fundação, a 24 de junho de 1963, contou com a presença do presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, então em visita à Alemanha.

Nestes 40 anos de existência, o DED tornou-se um dos maiores serviços do mundo especializado no envio de profissionais qualificados para atuar em países do Terceiro Mundo a título de ajuda ao desenvolvimento. Mais de 13 mil pessoas enviadas pelo DED cooperaram em projetos na África, Ásia e América Latina; atualmente, cerca de mil cooperantes atuam em 45 países. O DED não trabalha apenas com profissionais alemães; cerca de um terço do pessoal enviado é de outros países membros da União Européia. Além disso, o DED contrata funcionários locais — dez mil nessas quatro décadas.

Mudança de perfil

O fato de a qualificação profissional ter melhorado muito nos países em desenvolvimento contribuiu para a mudança no perfil do pessoal enviado pelo DED. "Do voluntário idealista, passamos para o profissional experiente e especializado", resume Jürgen Wilhelm, diretor da entidade sediada em Bonn. E exemplifica: se antes eram escolhidos lavradores e mecânicos de automóveis, por exemplo, hoje dá-se preferência a engenheiros agrônomos e gestores de serviços de transporte. "O voluntário do desenvolvimento deu lugar, cada vez mais, ao consultor, que muitas vezes atua junto a várias organizações parceiras", continua Wilhelm.

DED wird 40 Jahre

Centro de saúde em região rural de Benin: um projeto do DED

Cerca de 75% dos cooperantes enviados pelo DED têm formação universitária, principalmente em engenharia, economia, administração e direito. Seguem os agrônomos, especialistas em saúde e professores. A idade média dos cooperantes subiu de 25 anos em 1973 para 40 anos atualmente.

O DED não desenvolve projetos próprios, e sim atende a solicitações de organizações parceiras nos países anfitriões. Trabalha também em conjunto com outras entidades de ajuda alemãs, tais como a Sociedade alemã de Cooperação Técnica (GTZ) e a Ação Agrária Alemã. Nestes casos, o DED envia o pessoal; as outras organizações disponibilizam os materiais necessários. Essa cooperação se tornou necessária para aumentar a eficiência por meio da sinergia, mas também por questões financeiras. No ano corrente, o DED tem à disposição 83 milhões de euros dos cofres públicos da Alemanha, um orçamento pouco mais baixo do que em 2002.

No Brasil desde o início

O Serviço Alemão de Cooperação Técnica e Social atua no Brasil desde 1963, com base no Acordo de Cooperação firmado entre os governos dos dois países. Tem parcerias com mais de 90 organizações brasileiras, a maioria ONGs que atuam no Norte e Nordeste do país sobretudo em projetos comprometidos com o desenvolvimento sustentável, a luta contra a exclusão social e a igualdade de direitos nas relações de gênero.

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