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Turismo

Düsseldorf, metrópole da moda

A capital da Renânia do Norte-Vestfália leva a fama de cidade da moda. A sua história do pós-guerra aos dias de hoje mostra a reviravolta que lhe deu um novo status internacional.

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Turistas apreciam a trilha do Rio Reno

Com a divisão da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, a região do Reno foi separada em zonas de ocupação de domínio britânico e francês. Em 1946, os britânicos lançaram um decreto, criando o Estado da Renânia do Norte-Vestfália. O governo de Bonn foi deslocado para a cidade de Düsseldorf, constituindo-a como capital da província. Nesse período, a cidade encontrava-se em estado alarmante.

Cerca de 90% do centro histórico estava em ruínas. Antes da guerra, Düsseldorf era conhecida como o ponto de encontro comercial para negociações e feiras. Depois, teve que reconquistar sua imagem em anos de esforço.

Do lixo ao luxo

Depois dos estragos causados pela guerra, Düsseldorf conseguiu reerguer as suas bases como o cartão de visita das grandes feiras internacionais. Uma das que chamam mais atenção é a Collections Première (CPD), que mostra as tendências de mercado no mundo têxtil.

Schuhmode aus Brasilien in Düsseldorf

Modelo mostra sapatos brasileiros na GDS

Outra é a de sapatos (GDS), da qual vários fabricantes do mundo inteiro participam, inclusive o Brasil, com suas coleções de calçados, sandálias e chinelos. A primeira feira de Düsseldorf aconteceu no ano de 1811 em homenagem a Napoleão Bonaparte pela conquista da província do Reno.

Düsseldorfer Königsallee wird 200 Jahre

A famosa alameda de Düsseldorf

Quando se fala em Düsseldorf, surge automaticamente a Königsallee na memória, ou simplesmente a Kö, como é chamada na intimidade pelos moradores. A avenida é cercada de butiques – um quilômetro de luxo dos mais badalados em toda a Alemanha. As árvores do tipo platanáceas e as cafeterias típicas que a orlam preenchem a rota num quadro bem romântico. A cidade é também o ponto de encontro das multinacionais, muitas concentradas em arranha-céus que chamam a atenção pela arquitetura.

Passeios, paisagens, programas

Heinrich Heine, der deutsche Dichter

Heinrich Heine, autor da canção de Loreley

O caminho que beira o Rio Reno, chamado de Rheinufer-Promenade em alemão, é um dos destinos prediletos dos turistas. Outra diversão, principalmente para o público infantil, é o Aquazoo, o zoológico aquático da cidade. O

leque de opções culturais se estende dos museus aos teatros. Para quem se interessa pela arte, há em Düsseldorf vários centros e instituições, como o Palácio da Cultura de Ehrenfeld (Kunstpalast am Ehrenfeld), a Academia de Arte e os dois museus batizados de K20 e K21, dois centros que se dedicam a uma coleção de obras dos séculos 20 e 21.

O ponto de encontro daqueles que apreciam um ambiente mais "politizado" é o Komödchen, um palco para apresentações literárias e políticas.

Personalidades

museum kunst palast 2001

Palácio da Cultura visto do alto

Várias personalidades da história residiram, passaram uma parte de suas vidas ou nasceram em Düsseldorf. Heinrich Heine foi um deles. O filho mais velho de um judeu vendedor de roupas formou-se em Direito na cidade de Bonn e gravou o seu nome na história com seus críticos trabalhos literários. Outros dois nomes históricos são o do regente e compositor Robert Schumann, que regeu a Orquestra de Düsseldorf, e o de sua esposa, Clara Schumann, também pianista.

Segunda Tóquio no Reno

Os japoneses criaram uma sua segunda Tóquio na Alemanha: Düsseldorf. Em média, sete mil deles vivem na cidade, formando a maior colônia nipônica no país. Eles trouxeram do outro lado do planeta não só a cultura, como também a culinária, com os seus sushis e saquês. Montaram em Düsseldorf um templo e uma escola de tradições japonesas.

Balcão da cerveja

No bairro central da cidade, a chamada Altstadt, existem em média 260 bares, os quais deram a Düsseldorf o título de "maior balcão de cerveja do mundo". Aconselha-se porém, não se pedir a "loira gelada" errada em nenhum deles, pois a rainha por lá é a a lt, a cerveja típica da região, de sabor mais

amargo e muito benquista nas altas temporadas de verão.

Na época do carnaval, o cuidado deve ser redobrado, pois enquanto na vizinha rival Colônia o grito da monarquia carnavalesca e dos foliões é o "kölle alaaf", em Düsseldorf, só é permitido clamar o famoso "helau, helau".

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