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América Latina

Cuba liberta todos os 53 presos políticos que havia prometido

Libertação era condição imposta pelos EUA no acordo de reaproximação diplomática com o governo cubano, mas "ainda não resolve os problemas de direitos humanos na ilha".

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Presidente de Cuba, Raúl Castro, acertou acordo de aproximação com os Estados Unidos

O governo de Cuba já libertou todos os 53 presos políticos que havia prometido libertar no âmbito do

acordo de retomada das relações diplomáticas

fechado com os Estados Unidos. A libertação remove um dos maiores obstáculos para a normalização das relações entre os dois países, após cinco décadas de hostilidades.

Os prisioneiros libertados estavam numa lista de opositores cuja libertação era considerada pelos americanos como parte essencial do acordo. "Diversas organizações de direitos humanos já haviam denunciado que eles foram presos por exercitarem direitos internacionalmente protegidos ou por defender reformas políticas ou sociais em Cuba", afirmou um alto oficial do governo americano.

"O governo cubano nos notificou que completaram a soltura dos 53 prisioneiros que haviam se comprometido a libertar", confirmou o oficial. A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power, afirmou que, apesar de a libertação ter sido bem recebida pelos EUA, "ainda não resolve os sérios problemas de direitos humanos na ilha".

Power ressaltou que a presidência e o Congresso, agora de maioria oposicionista, deverão trabalhar juntos para chegar a um consenso sobre as questões ainda em aberto. "Alguns dos mais ferrenhos defensores do embargo são democratas e republicanos com profundos laços com a ilha – pessoas cujas famílias vieram para os Estados Unidos fugindo da repressão dos Castro", observou.

RC/afp/ap

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