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América Latina

Cuba inicia libertação de presos políticos

Havana começa a cumprir acordo com Washington e liberta primeiras pessoas numa lista de 53 nomes elaborada pelos Estados Unidos, em novo sinal de aproximação.

Cuba libertou algumas das 53 pessoas que os Estados Unidos classificam como prisioneiros políticos, confirmou o Departamento de Estado americano, nesta terça-feira (06/01). A liberação faz parte do acordo selado entre Washington e Havana, em 17 de dezembro de 2014, no âmbito das negociações de reaproximação diplomática entre os dois países.

Washington quer agora que o restante dos prisioneiros seja libertado o mais rápido possível. "Já soltaram alguns. Nós gostaríamos de ver esse processo encerrado num futuro próximo", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Jennifer Psaki, sem divulgar o número exato de prisioneiros soltos nesta primeira etapa.

Ela ressaltou, porém, que a libertação de todos os 53 prisioneiros não é uma pré-condição para manter as conversações sobre migração e sobre a normalização das relações entre Estados Unidos e Cuba, agendadas para o fim de janeiro.

A porta-voz disse que a data das negociações conduzidas pela secretária-adjunta de Estado, Roberta Jacobson, ainda não foi definida. "Esperamos definir isso nos próximos dias", disse.

Nesta segunda-feira, a porta-voz afirmara que os EUA não divulgarão a lista com os presos políticos que Havana se comprometeu a libertar e nem onde eles estão detidos.

A prometida liberação dos 53 prisioneiros é parte do anúncio feito pelo presidente dos EUA, Barack Obama, sobre o plano para

normalizar as relações diplomáticas entre os dois países depois de cinco décadas

de hostilidades com a ilha caribenha. Em contrapartida, três agentes cubanos que permaneciam detidos nos EUA desde 1998 também foram libertados.

PV/rtr/lusa

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