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Eleição na Alemanha

Cronologia da coalizão social-democrata-verde

Confira alguns fatos que marcaram o governo da coalizão entre o Partido Social Democrata e os Verdes, chefiada por Gerhard Schröder, de 1998 a 2005.

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Schröder (e) com Joschka Fischer: acordo de coalizão de 2002

27 de setembro de 1998: O SPD e os Verdes obtêm 47,6% dos votos nas eleições parlamentares. Um mês depois, Schröder é empossado como chefe do primeiro governo social-democrata-verde da Alemanha, pondo fim a 16 anos de governo de Helmuth Kohl (CDU).

11 de março de 1999: Oskar Lafontaine, rival de Schröder no SPD, renúncia aos cargos de ministro das Finanças e presidente do partido, gerando a primeira crise de governo. No mesmo ano, é criado o chamado "imposto ecológico".

6 de julho de 2000: O Bundestag (câmara baixa do Parlamento) aprova uma ampla reforma fiscal, após Schröder derrotar a oposição com o mesmo projeto no Bundesrat (câmara alta do Parlamento). Na mesma época, é aprovada a desativação progressiva das usinas nucleares e, no decorrer do ano, a lei que permite o casamento de homossexuais.

11 de setembro de 2001: Imediatamente após os atentados terroristas nos Estados Unidos, Schröder oferece a "solidariedade incondicional" da Alemanha aos EUA. Na campanha eleitoral de 2002, porém, ele rejeita uma participação alemã na guerra do Iraque.

Zwei Bundeswehrsoldaten in Kundus getötet p178

Soldados da Bundeswehr foram enviados ao Afeganistão

11 de novembro de 2001: O debate sobre a participação das Forças Armadas Alemãs na guerra antiterror coloca a coalizão em xeque. Schröder vincula a decisão ao voto de confiança e vence a votação no Parlamento.

22 de outubro de 2002: O SPD ganha as eleições parlamentares por margem apertada. Pesquisas de opinião haviam apontado uma vitória da oposição. Schröder virara o jogo, aproveitando as enchentes no Leste alemão para fazer campanha eleitoral. O SPD e os Verdes passam a governar com uma vantagem mínima de 306 das 603 cadeiras no Parlamento.

14 março de 2003: Schröder lança no Parlamento seu polêmico pacote de reformas chamado Agenda 2010. Criticado pelo próprio partido, ele ameaça renunciar. O pacote acabou sofrendo modificações profundas, em negociações com a oposição, antes de ser aprovado.

6 de fevereiro de 2004: Schröder renuncia à presidência do SPD, que ocupou por quase cinco anos, sob o pretexto de que não tinha o apoio total do partido às suas propostas de reforma. O líder da bancada no Bundestag, Franz Münterfering, torna-se seu sucessor.

1º de janeiro de 2005: Entra em vigor a nova lei de imigração, um projeto central do governo social-democrata-verde, aprovado em consenso com a oposição, após anos de debates.

22 de maio de 2005: Após as derrotas do SPD nas eleições estaduais de Schleswig-Holstein e Renânia do Norte-Vestfália, Schröder anuncia a intenção de convocar, o quanto antes, novas eleições parlamentares federais.

1º de julho de 2005: Schröder perde, conforme desejara, a moção de confiança no Parlamento, recebendo apenas 151 dos 301 votos necessários. Ele solicita ao presidente alemão Horst Köhler a dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições.

18 de setembro de 2005: Tendo Schröder como principal candidato, o SPD perde a eleição, obtendo 34,5% dos votos contra 35,2% da aliança CDU/CSU.

BdT, Platzeck und Merkel unterschreiben Koalitionsvertrag

Merkel (d) e Platzeck assinam acordo de coalizão

1º novembro de 2005: Em meio às negociações para formar uma grande coalizão, acontece uma nova reviravolta no comando do SPD. Franz Münterfering renuncia à presidência da sigla, após desavenças com o diretório. O governador de Brandemburgo, Mathias Platzeck, indicado para sucedê-lo, é confirmado no cargo duas semanas depois.

18 de setembro de 2005: Depois de dois meses de negociação, SPD, CDU e CSU assinam um acordo de coalizão para governar a Alemanha até 2009. Angela Merkel é designada para suceder Schröder na chefia do governo, a partir de 22 de novembro de 2005.

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