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Sua Opinião

CRISE NO PAQUISTÃO

Nossos leitores opinaram esta semana sobre a crise no Paquistão após a morte de Benazir Bhutto e o retorno à França dos seis franceses condenados à prisão no Chade por seqüestro de crianças.

Protestos no Paquistão após a morte de Benazir Bhutto

O Sr. ministro alemão está temeroso quanto ao arsenal nuclear do Paquistão porque Berlim apóia o regime totalitário deste país, assim como a Casa Branca. Não é justificável apoiar um ditador em nome do medo de que armas nucleares caiam em mãos de terroristas. Tal coisa é totalmente improvável.

O fato de um país ser islâmico não significa que ele seja terrorista ou sustente grupos com essa tendência. O Irã é um bom exemplo, apesar de a mídia ocidental fazer um esforço hercúleo para ligar o regime de Teerã a esses movimentos abomináveis. Vale acrescentar que a Rússia é um alvo desses movimentos (vide Chechênia) e o próprio presidente Putin esteve há pouco tempo no Irã. Como se sabe, os S-300 russos defenderão o Irã contra a invasão norte-americana, que é eminente e inevitável.

Como se sabe, a Síria não ficará imóvel contra essa agressão. Os norte-americanos irão comprar uma briga contra esse país também. Penso que a Europa Ocidental, liderada pela Alemanha, é extremamente passiva com o que os Estados Unidos fazem aqui e ali. Acho que Berlim é forte o suficiente para ser independente, como vem fazendo o presidente Sarkozy, que parabenizou prontamente a vitória do partido do presidente Putin após a vitória nas urnas e recebeu em seu país com os braços abertos o líder da Líbia Kadafi. É hora de sermos mais simpáticos e menos belicistas. O mundo é um só e eu acredito na paz.
Arthur Cardoso da Costa Júnior

A mesma história se repete, o Paquistão está se tornando um perigo cada dia maior para o mundo e é claro que os EUA se interessarão muito por isso, pois quanto mais instável o mundo se encontra mais o governo americano encontra estratégias para controlá-lo e com certeza ocorrerá uma intervenção americana no Paquistão, tudo para o bem da humanidade. Parece filme, é engraçado, não dá pra acreditar que coisas assim ocorram. Tenho medo do futuro. Do jeito que as coisas estão caminhando, ele está cada vez mais imprevisível.
Juliano Borsatto

O mundo todo se encontra em plena convulsão, não mais beirando o caos, mas já plenamente mergulhado na mais absoluta desordem. A Ordem Social, seja ela política no Mundo Árabe, seja policial na América Latina, está sofrendo um mais do que lamentável processo de deterioração que, em pouco tempo, poderá explodir numa violenta revolta mundial, até mesmo com o uso de armas atômicas. Parece que não há pessoas sensatas e capazes de estabelecer uma ordem na qual possam conviver os cidadãos de bem... Será o fim do mundo? Ou apenas a Terceira Guerra Mundial?
Eduardo Ferreira-Santos

CHADE
Acho que a sentença é injusta. Devia ser mais rígida ainda, visto tratar-se do rapto de 103 crianças. Oito anos por cada criança seria talvez uma pena mais justa! O crime é abominável e baseia-se num princípio mais abominável ainda: "Nós sabemos o que é melhor!", sem considerar a humanidade das pessoas sobre as quais se está a decidir. É uma vergonha.
Carla Fernandes

A pena desses criminosos deve servir de exemplo aos pedófilos e outros abusadores de crianças na Europa. O que eles queriam? Liberdade? Imaginem se a situação fosse invertida e chadianos fossem à França seqüestrar crianças...
José San Martín

Não concordo com a atitude do governo francês de exigir a volta desses criminosos para a Europa. Eles teriam que cumprir a pena lá mesmo no Chade, para que sirva de exemplo. O que essa gente fez foi um crime bárbaro, separar crianças dos seus pais, enganar pessoas pobres, ignorantes e indefesas. Mas infelizmente a corrupção, a troca de favores etc. estão em todos os países. Junte-se a isso a arrogância dos países ricos. Os seqüestradores com certeza iriam ganhar muito dinheiro, ou alguém acredita em Papai Noel? Mau exemplo está dando esse presidente francês com essa atitude…
Francis Santos

DORA SCHINDEL
Impressionante a trajetória e vivência de Dora, principalmente porque sintetiza com muita autenticidade e conhecimento de causa o que sente pelo Brasil e a gratidão e o respeito ao povo brasileiro. Colocou muito bem a visão de quem conhece os dois lados em contraste com a de quem só conhece um lado. Dora, uma jovem de 92 anos, é uma luz para os jovens de hoje.
Querino Anschau

MEMÓRIA DA VIDEOARTE EM RISCO
Procura-se primeiramente conservar, mas deve-se procurar com outros meios passar as imagens para outros suportes, pois um suporte supera outro com o tempo. O intercâmbio de conhecimentos deveria ser uma regra, afinal a arte é de interesse mundial.
Lia Canola Teixeira