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Economia

Crise argentina não preocupa governo nem empresários alemães

União Européia reitera interesse em prosseguir as negociações com o Mercosul.

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A BASF (foto da matriz em Ludwigshafen) é uma das maiores empresas alemãs na Argentina

A Alemanha observa atentamente a situação na Argentina, mas de forma normal, comentou um porta-voz do Ministério das Finanças. O titular da pasta, Hans Eichel, afirmou que esperará as novas medidas a serem tomadas por Buenos Aires para avaliar as conseqüências econômicas e políticas.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo jornal alemão Die Welt, as empresas alemães prepararam-se para a crise desde o final da década de 90, tomando medidas preventivas

Enquanto que os empresários espanhóis investiram cerca de 45 bilhões de euros na Argentina, durante a década de 90, as firmas alemãs trataram se diminuir sua atividade e o volume de investimentos, que não chegou a 14 bilhões de euros.

Empresas químicas e farmacêuticas

O grupo químico e farmacêutico Bayer, que fabrica na Argentina a famosa aspirina e produtos químicos para a curtição de couros, havia tomado medidas para prevenir a desvalorização do peso e reduziu drasticamente seus estoques.

A empresa farmacêutica Boehinger Ingelheim, que emprega na Argentina apenas 450 dos seus 27.400 funcionários no mundo inteiro, também não se considera afetada pela crise.

O consórcio químico BASF, que com 780 empregados é uma das maiores firmas alemãs presentes na Argentina, saiu-se até agora bem com a crise, mas não exclui conseqüências negativas decorrentes da desvalorização do peso.

Reinhold Meyer, gerente da Câmara Alemã de Comércio Exterior (DAHK) em Buenos Aires, salientou entretanto que a desvalorização afeta sobretudo as empresas com alta cota de importação.

União Européia reitera interesse no Mercosul

A crise da Argentina prejudicará algumas empresas isoladas na Europa, mas não terá conseqüências maiores para a economia européia, afirmou na segunda-feira (07) em Bruxelas, o porta-voz da Comissão da União Européia, Gerassimos Thomas.

A UE ressaltou ao mesmo tempo seu interesse em prosseguir as negociações com o Mercosul, visando a criação de uma acordo de livre comércio entre os dois blocos.

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