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Economia

Cresce otimismo entre empresários e consumidores

Novos indicadores mostram que alemães estão cada vez mais confiantes na economia do país e dispostos a gastar mais nos próximos meses.

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Humor dos consumidores alemães é o melhor desde dezembro de 2001

Dois indicadores divulgados esta semana mostram que há um clima de otimismo entre os alemães. O humor dos consumidores é o melhor desde dezembro de 2001, segundo o índice que mede a disposição para o consumo, do Instituto de Pesquisas de Consumo (GfK), de Nurembergue, divulgado nesta quarta-feira (29/03).

O índice de abril alcançou 5,1 pontos, ante 5,0 pontos em março e 4,6 pontos em fevereiro. Isso significa que há hoje mais consumidores planejando fazer compras do que havia nos meses anteriores. Ou que eles estão planejando gastar mais.

Entre os empresários, o clima é de euforia. Segundo o índice do Instituto de Pesquisa Econômica (Ifo) divulgado nesta terça-feira, a confiança na economia é a maior dos últimos 15 anos. O indicador bateu em 105,4 pontos em março, a pontuação mais alta desde abril de 1991 e acima dos 103,4 pontos (revisados) de fevereiro.

Como conseqüência, o Instituto de Economia Mundial (IfW) de Kiel elevou seu prognóstico de crescimento da economia alemã para este ano, de 2,1% para 2,5%.

Recuperação da economia

Segundo analistas, os indicadores apontam para uma sólida recuperação da economia. "A economia alemã crescerá neste ano acima da sua tendência de longo prazo", disse o economista Holger Schmieding, do Bank of America. "Nós esperamos 1,7%, mas também podem ser 2%."

"A recuperação da economia continua se estabilizando", disse o presidente do Ifo, Hans-Werner Sinn. Ele acrescentou que o otimismo se espalhou por vários setores e que as melhores expectativas foram registradas no Leste alemão.

Para o economista Edward Teather, do banco UBS em Londres, o índice divulgado pelo Ifo tem efeitos positivos para toda a zona do euro. Segundo ele, mesmo se a aceleração no crescimento na Alemanha não se repetir nos outros países, ela deverá incentivar o crescimentos das atividades econômicas nos parceiros comerciais da Alemanha.

Outros analistas consideram um bom sinal que os alemães estejam dispostos a comprar bens duráveis, como carros e eletrodomésticos. Isso seria um reflexo do aumento do imposto sobre valor agregado, já aprovado para o próximo ano, de 16% para 19%.

O GfK ouviu dois mil consumidores em todo o país. O índice do Ifo é baseado em consultas a sete mil empresas.

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