CRESCE A INFLUÊNCIA DA CHINA NA AMÉRICA LATINA | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 01.08.2009
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Sua Opinião

CRESCE A INFLUÊNCIA DA CHINA NA AMÉRICA LATINA

China e América Latina, presidência tcheca na UE, Parsifal, pressão dos países ricos sobre os emergentes e a volta de Michael Schumacher à F1 foram os temas comentados esta semana por nossos leitores.

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A postura política de George W. Bush ao longo de toda a sua administração foi de visível e perturbadora indiferença em relação aos assuntos sul-americanos. Mesmo antes da crise política vem se delineando um novo quadro político global, com o surgimento dos emergentes, denominados BRICs, e com o aparecimento, entre eles, do Brasil, país sul-americano que por muito tempo foi tratado com indiferença pertubadora por Bush e seu governo. Surge nova estrela no cenário global – a China. E ela caminha exatamente na contramão da indiferença de Bush, devotando especial atenção à America do Sul, tendo o Brasil como parceiro principal, o que não poderia ser diferente. Mas esse abraço chinês não perde por esperar. Nada que fazem permite que se espere humanidade, amizade e fraternidade. São parcimoniosos quando tratam de relacionamentos comerciais, pois não medem esforços para isso, mas tremendamente eficientes em ter tudo isso de volta, com juros e correção. Acredito em uma relação mais humana com o atual governo americano, na figura de Obama, seu atual presidente. Sua política é de mais atenção e respeito à America Latina e em especial a um parceiro, hoje todo especial – o Brasil. Acredito que os Estados Unidos ainda continuem sendo melhores para nós, sul-americanos.
Alexandre

O crescimento, o desenvolvimento e a expansão da China é a combinação pós-moderna das teorias de Karl Marx com as teorias de Porter. Outrora isso era inadmissível. Com a modernidade essa combinação foi possível. E como a China não tem Justiça do Trabalho, o capital variável que é usado em pagamento de mão-de-obra foi se alojar no capital fixo e variável. Porter explica que sem custos e com liberdade de operar em qualquer nicho, qualquer nação se expande. Se houver pressão da OIT na China – bem como da ISO para exportação –, com auditorias que exijam justiça para os trabalhadores, com salários, previdência, insalubridade, férias, fundos de garantias e estabilidades, duvidam estudiosos que a China continue com essa performance. Teriam validade tais pesquisas? Só o tempo poderá responder.
Edson Olliver

PRESIDÊNCIA TCHECA NA UNIÃO EUROPEIA

O vosso artigo "Opinião: O melhor é esquecer logo a presidência tcheca da UE" é a vários títulos lamentável, sobretudo por expressar um conjunto de preconceitos alemães contra pequenos países, bem como uma crescente e indisfarçada vontade de aumentar o seu domínio na Europa. De facto, sendo a Alemanha a maior potência europeia e uma das principais impulsionadoras do processo europeu, terá legitimas queixas do menor empenho de outros, bem como legítima vontade de aumentar o seu protagonismo. Mas pergunto: 1 - O Tratado de Lisboa não foi concretizado ainda durante a presidência portuguesa, ou seja, de um dos mais pequenos países? 2 - E que apoio ao desenvolvimento europeu tem havido de grandes como a Itália de Berlusconi, o Reino Unido e a Polônia? Que dizer da recusa alemã em iniciativas conjuntas para driblar a crise? 3 - E não terá sido a arrogância francesa no processo da famigerada Constituição europeia a destruir esse processo? E agora a culpa é dos pequenos? Tenham juízo!
Rui Pereira (Portugal)

PARSIFAL – A ÚLTIMA ÓPERA DE WAGNER

Novamente estranhos elementos persistem em fazer "morada" na cultura alemã. São duas tradições totalmente diferentes. O Santo Graal é comparado a um "cálice" que, segundo o cristianismo seria o que Cristo usou em sua última ceia. Isso não procede. Primeiro, o Graal está inserido na visão da weltschauung germânica, "cosmovisão" redescoberta por Wagner através do registro do grande poeta Wolfram von Eschenbach. Parsifal, passou a ser o símbolo da pureza através do sangue puro. Esta tradição não tem nada a ver com Cristo e muito menos com o que se chama de cristianismo. A última ceia representou a grandiosidade de sua missão perante seu amor puro à verdade, onde seu sangue passou a simbolizar a honra de seu alto ideal de libertação humana. Enquanto que em Parsifal podemos observar uma similaridade, o Graal demonstra a transformação do homem em uma concepção cósmica e espiritual na reconstrução do homem como espírito humano. E o cálice de Cristo, um receptáculo simbólico de sua partida e união do homem em sua verdade, sagrado, sem dúvida, mas não se trata do santíssimo Graal. Nunca devemos confundir as tradições. É o que observo na obra do grande músico, visionário e espiritualista Wagner. É esta a grandiosidade etérea, acima do tacanho entendimento humano, que atravessa fronteiras porque é espiritual, muito acima do mediano cristianismo do passado e hodierno, sem nenhuma relação com o obscuro e severo mundo de culpas da visão judaico-cristão.
Francisco Waitz

PAÍSES RICOS ELEVAM PRESSÃO SOBRE EMERGENTES

Primeiro os pseudopaíses ricos deveriam dar exemplo e ter moral, o que eles não têm, para exigir algo do Brasil e dos demais emergentes. Que vergonha este Peter Mandelson! Podem tratar de baixar a bola de vocês porque ela está 100% furada, acabem com vossos subsídios e depois voltem à mesa para conversar .... Okay?
Sergio Olimpio Ribeiro

SCHUMACHER RETORNA À FÓRMULA 1

Gostei da possibilidade de novamente ver Schumi nas pistas competindo e literalmente botando fogo no circo da F1.
Hans Hardt

Para com isso, Schumi!! Deixa de ser fominha e vai curtir a vida!!
Leandro Haddad



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