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Alemanha

Crédito educativo estimula viagens ao exterior

Alemanha só perde para Coréia e Japão no envio de universitários ao exterior, mas ainda não atrai muitos estudantes estrangeiros.

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Estudantes alemães recebem apoio financeiro para viagens

Enquanto os sistemas alemães de ensino básico e médio recebem notas baixas em comparações internacionais, o de nível superior é quase campeão mundial, pelo menos num aspecto: a Alemanha tem um dos maiores índices de universitários que fazem cursos no exterior.

Segundo dados do Ministério da Educação, publicados pela revista Der Spiegel, 15% dos alunos matriculados nas instituições alemãs de ensino superior estudam, no mínimo, um semestre em outro país. Em 2000, este percentual ainda era de 13%.

A ministra da Educação, Edelgard Bulmahn (SPD), atribui o crescimento de 2% à reforma do crédito educativo, implementada há três anos. Desde 2001, a partir do terceiro semestre, os estudantes continuam tendo no exterior o auxílio financeiro obtido nas universidades alemãs. Se necessário, recebem a ajuda até a conclusão do curso superior.

Com isso, segundo o ministério, quase duplicou entre 2001 e 2003 o número de permanências no exterior, financiadas pelo crédito educativo.

Segundo Bulmahn, "é de fundamental importância para o intercâmbio científico que os estudantes façam a experiência de viver em outro país". Os destinos preferidos dos universitários alemães são a Inglaterra (19%), os Estados Unidos (17%) e a Suíça (11%).

EUA têm restrições ao visto

Studentin in Magdeburg

Ainda são poucos os estrangeiros que vêm estudar na Alemanha

Enquanto a preferência alemã pelas universidades britânicas aumenta, os pedidos para estudar nos Estados Unidos diminuem. Uma pesquisa entre universitários concluiu que isso se deve, principalmente, às restrições à concessão do visto nos EUA e à controvertida política externa adotada pelo governo norte-americano após 11 de setembro de 2001.

Em contrapartida, a Alemanha parece atrair cada vez mais estudantes dos EUA, informa o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). Nos últimos seis anos, houve um aumento de 75% do número de universitários norte-americanos que vieram para a Alemanha.

Segundo o DAAD, esse "pequeno boom" é relativo. A Alemanha atrai apenas 3% dos norte-americanos que freqüentam um curso universitário no exterior, perdendo feio para a Inglaterra, Itália, Espanha e França.

Na avaliação do DAAD, um dos motivos do fraco intercâmbio estudantil é que as universidades alemãs oferecem bem menos cursos de verão do que as instituições de ensino superior de outros países. Em regra, os estudantes dos EUA costumam permanecer apenas oito semanas na Europa, preferencialmente em regiões de clima mediterrâneo, como a Itália e Espanha.

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