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Alemanha

Corte de verbas ameaça escolas alemãs no exterior

Presidente da Confederação Alemã das Câmaras de Indústria e Comércio (DIHK), preocupado com o futuro das escolas alemãs no exterior, por causa de corte de verbas, apresenta suas reivindicações.

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Ludwig Georg Braun, presidente da Confederação Alemã das Câmaras de Indústria e Comércio (DIHK), considera ameaçada a existência das 120 escolas alemãs no exterior, se o governo continuar reduzindo os recursos destinados a elas.

Só a atual coalizão determinou cortes de 20 milhões de euros. Agora os cofres públicos contribuem com 177 milhões de euros para o financiamento dessas instituições de ensino. As escolas alemãs no exterior educam 100 mil alunos de famílias locais e, ainda, 10 mil filhos de alemães residentes no estrangeiro. Considerando os laços que elas estabelecem, sua contribuição para a garantia da força econômica da Alemanha é inestimável, ressalta Braun.

As conseqüências imediatas dos cortes já se fazem sentir. Por um lado, a própria Alemanha já está enviando menos professores para lecionar no exterior. Além disso, as anuidades encareceram de tal forma que muita famílias não se vêem mais em condição de mandar os filhos para uma das escolas alemãs. Dois terços das atividades desses estabelecimentos de ensino são financiados por meio das anuidades.

O DIHK exige para as escolas alemãs no exterior maior autonomia em suas atividades, mas principalmente garantia de financiamento. Para tanto, propõe a criação de uma Sociedade de Fomento às Escolas Internacionais, com a participação de órgãos públicos e da economia privada. Além disso, diz Braun, essas escolas deveriam se tornar mais atraentes para alunos de outras nacionalidades e introduzir um certificado de conclusão do curso médio reconhecido em outros países, um International Baccalaureat.

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