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Economia

Corrupção pode comprometer economia alemã no exterior

Procurador da República teme perda de prestígio das empresas alemãs no exterior em decorrência da crescente corrupção e exige introdução de código de honra.

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Grandes conglomerados alemães envolvidos em casos de corrupção

Diante dos crescentes casos de corrupção empresarial, juristas alemães temem uma perda de credibilidade da economia alemã no exterior. Para o procurador da República Wolfgang Schaupensteiner, atuante em Frankfurt, "é de se admirar que o empresariado alemão não se empenhe com maior rigor contra a corrupção".

Nos últimos dois anos, diversos casos de corrupção em grandes conglomerados alemães tiveram grande repercussão pública. A Siemens terá que esclarecer pagamentos duvidosos num total de 420 milhões de euros, a maioria deles por conta de contratos de consultoria fechados entre 1999 e 2006.

Desde 2005, a Volkswagen se viu confrontada com casos de "viagens de lazer" de executivos e representantes dos trabalhadores às custas da montadora e desvio de dinheiro por uma rede de empresas fantasmas, atuante em quatro países: Alemanha, Brasil, Índia e República Tcheca.

Ética da mesa da presidência à linha de montagem

A Daimler-Chrysler esteve envolvida em casos menores de corrupção, sobretudo no segmento de comercialização de ônibus. Ainda no setor automobilístico, o conglomerado francês Faurecia teve que esclarecer o pagamento de propinas à Volkswagen, Audi e BMW. Todos esses escândalos levaram aos tribunais altos executivos e até membros da diretoria das empresas envolvidas. Para o jurista Wolfgang Schaupensteiner, especialista em corrupção, o combate de práticas ilegais deveria partir do empresariado: "Seria preciso introduzir um código de honra confiável juntamente com outras empresas do mesmo setor. Pelo menos as determinações penais deveriam valer para todos, desde o presidente até o operário."

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