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Mundo

Conselho da Europa expressa preocupação com a saúde de Timoshenko

Segundo o advogado de Timoshenko, ex-premiê presa na Ucrânia está em greve de fome. Ela teria sofrido violência física ao se negar a fazer exames em um hospital próximo à prisão em que está detida.

Depois do governo da Rússia e da União Europeia, o Conselho da Europa expressou sua preocupação com o estado de saúde da ex-primeira-ministra ucraniana Julia Timoshenko. O Conselho da Europa, a mais antiga instituição europeia em funcionamento, é formado por 47 países, incluindo os 27 que formam a União Europeia.

A ex-premiê de 51 anos está em greve de fome desde sexta-feira. "Julia Timoshenko entrou em greve de fome em protesto contra o que está acontecendo na Ucrânia. Apenas bebe água", disse o advogado de Timoshenko, Serguei Vlassenko, nesta terça-feira (25/4).

A greve de fome irá piorar o já abalado estado de saúde de Timoshenko, advertiu o presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Jean-Claude Mignon, em Estrasburgo.

Timoshenko, diz ter sido vítima de violência física dos agentes penitenciários ao ser forçada a fazer exames em um hospital próximo à prisão de Kharkiv.

"Não encontramos fatos que confirmem qualquer transgressão da lei. Na queixa, Julia Timoshenko disse que foi alvo de pressão física, que lhe deram socos na barriga e lhe prenderam pelas mãos e pernas, mas ela se recusou a fazer um exame médico", declarou Guennadi Tiurin, procurador do distrito de Kharkiv.

Nesta quarta-feira, um porta-voz do Ministério do Exterior da Ucrânia disse que Kiev encaminhou um pedido oficial de ajuda ao governo alemão, para que médicos da clínica Charité, de Berlim, viagem à Ucrânia para tratar Timoshenko, que sofre de fortes dores nas costas. Em meados de abril, ela já havia sido examinada por médicos estrangeiros na prisão.

AKS/afp/lusa
Revisão: Roselaine Wandscheer

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