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Mundo

Conflito no Afeganistão nunca fez tantas vítimas civis como em 2014

No início de dezembro, apenas um mês antes do fim da missão da Otan em território afegão, número de vítimas civis já era 19% maior do que no ano anterior. Foram mais de 3 mil mortos e 6 mil feridos.

Nos primeiros 11 meses deste ano, a guerra no Afeganistão fez mais vítimas civis, entre mortos e feridos, do que em qualquer outro ano desde que as Nações Unidas iniciaram o levantamento, em 2009.

Em relação ao ano passado, o número de vítimas aumentou 19%, informou a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama), pouco antes do encerramento da missão de combate da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), no final deste ano.

Segundo a ONU, até o final de novembro foram registrados 3.188 mortos e 6.429 feridos civis. A Unama informou que a maioria foi vítima dos combates entre as partes conflitantes, de atentados a bomba e ataques de rebeldes. De acordo com a missão das Nações Unidas, os talibãs respondem por 75% dos mortos e feridos.

Isaf e Guantánamo

A Força Internacional de Assistência para a Segurança (Isaf), que atua no Afeganistão sob o comando da Otan, informou que foi responsável por menos de 1% das vítimas civis neste ano.

Depois de treze anos, a missão da Isaf vai se encerrar no dia 31 de dezembro próximo. Um contingente menor da Otan vai permanecer no país, concentrando-se oficialmente no treinamento e assistência às forças de segurança afegãs.

Enquanto isso, os Estados Unidos liberaram quatro prisioneiros afegãos que se encontravam em Guantánamo. Os prisioneiros foram repatriados para o Afeganistão. O Departamento de Defesa dos EUA informou neste sábado (20/12) que uma investigação constatou que os quatro não representam mais nenhum risco para os Estados Unidos.

CA/dpa/afp

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