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Mundo

Combate ao EI vai durar ao menos dois anos, diz ministro britânico

Philip Hammond aponta desorganização de tropas iraquianas e afirma que missão de conter avanço do "Estado Islâmico" será longa. Coalizão militar contra jihadistas se reúne em Londres para discutir medidas.

Até dois anos serão necessários para expulsar o grupo radical extremista "Estado Islâmico" (EI) do Iraque, estimou o ministro britânico do Exterior, Philip Hammond, nesta quinta-feira (22/01), em Londres, antes do início de um encontro dos membros da coalizão militar liderada pelos Estados Unidos para combater os jihadistas.

Hammond afirmou que a missão para conter a expansão dos radicais islâmicos no Iraque caminharia lentamente e que as forças de segurança iraquianas estão melhorando, mas ainda estão longe de serem capazes de lançar uma grande ofensiva terrestre. O ministro afirmou que as tropas iraquianas estão "desorganizadas", apesar do financiamento massivo.

"Isso não vai ser feito em três ou seis meses. Vai levar um ou dois anos para expulsar o EI do Iraque. Mas estamos fazendo o que precisa ser feito para virar o jogo", disse Hammond. As forças de segurança iraquianas estão sendo renovadas, treinadas e equipadas, acrescentou.

Representantes de cerca de 20 países integrantes da coalizão contra o EI participam do encontro organizado por Hammond e pelo secretário de Estado americano, John Kerry, em Londres. Os progressos na luta contra o EI no Iraque e na Síria são um dos temas da reunião, que deve tratar ainda dos problemas de combatentes estrangeiros que se unem ao grupo e do perigo do retorno deles aos seus países de origem.

Além disso, as autoridades irão avaliar maneiras para intensificar a luta contra os jihadistas no Iraque e na Síria e também formas de barrar o financiamento do grupo.

Nesta quarta-feira, Kerry afirmou em Washington que a coalizão formada para combater a expansão do "Estado Islâmico" vai permanecer unida até que o seu objetivo seja cumprido. "Os terroristas querem nos separar, mas suas ações têm exatamente o efeito oposto", disse.

CN/rtr/afp/lusa

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