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Copa do Mundo

Com astros escondidos, Suíça e Gana roubam a cena na 1ª fase

Nível técnico da fase classificatória da Copa esteve abaixo do esperado, favoritos não atenderam às expectativas e, sem o brilho de suas estrelas, abriram espaços para desconhecidos.

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Suíça ri à toa nesta Copa

Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Zinedine Zidane, Thierry Henry, David Beckham, Frank Lampard, Ruud van Nistelrooy, Andryi Shevchenko, Pavel Nedved, Didier Drogba. Por onde estiveram estes e outros craques durante a primeira fase da Copa do Mundo?

Escondidos atrás da sombra de uma marcação implacável, da pressão pelos resultados, por show em campo e por brilho? É uma dúvida grande, mas o fato é que nenhum destes jogadores correspondeu, nas duas semanas iniciais do evento, às expectativas criadas em torno de seus potenciais.

O Brasil não desfilou como esperado, a França sofreu para chegar às oitavas-de-final, a Inglaterra fez muito barulho e deu pouco resultado, a Holanda idem, a Ucrânia fez feio e a República Tcheca decepcionou. A Costa do Marfim estava em grupo difícil, mas o seu melhor jogador pouco fez para ajudar.

Na primeira fase de baixo nível técnico, viu-se, porém, todos os campeões mundiais passando para o mata-mata. Cada um da sua maneira, mas a maioria aos "trancos e barrancos". A Argentina foi excessão, com futebol bonito e eficiente. A Espanha, favorita e que busca o seu primeiro título, também. Portugal, um dos emergentes que virou alta potência no mundo deste esporte, foi igualmente bem.

Os jogos de grupo terminaram registrando 117 gols, com média de 2,44 por partida. As principais responsáveis pela boa média são Alemanha, Argentina e Espanha, que fizeram oito gols cada, e coincidentemente equipes que mostraram eficiência de seus melhores atletas. O Brasil vem logo atrás, com sete gols anotados.

No saldo, Argentina e Espanha terminaram com sete, Brasil e Alemanha finalizaram com seis. O pior ataque da Copa é de Trinidad e Tobago, a única entre as 32 participantes que não marcou.

Na defesa, a Suíça é a única seleção que até agora não sofreu gols. Outras sete equipes tiveram a retaguarda vazada apenas uma vez: Holanda, Argentina, Portugal, Itália, Brasil, França e Espanha.

Quatro equipes registraram 100% de aproveitamento em seus três primeiros jogos. A Alemanha, Portugal, Brasil e Espanha. Outros sete time estão também invictos, registrando além de vitórias, empates: Inglaterra, Suécia, Argentina, Holanda, Itália, Suíça e França.

Os holofotes...

Todos eles estão agora virados para Suíça e Gana, as surpresas que chegaram, com méritos, às oitavas. Os europeus simplesmente ficaram com a primeira posição do grupo G, que antes da Copa apontava a França como favorita e a Coréia do Sul como eventual dona da segunda vaga.

Os africanos superaram, surpreedentemente, a República Tcheca por 2 a 0 em partida do grupo E e classificaram atrás da Itália. Agora, o duelo de mata-mata é contra o Brasil.

Os suíços começaram prejudicando a vida da França logo na estréia, com um empate sem gols em Stuttgart. Depois venceram Togo por 2 a 0 e repetiram o placar sobre os coreanos para garantir a primeira posição.

Nas oitavas a rval será a Ucrânia, que apresentou futebol aquém do esperado e que chegou à segunda fase vencendo a Tunísia por 1 a 0 com um pênalti inexistente cavado por seu "astro" Shevchenko. Por enquanto foi o que ele fez de útil a favor de seu time nesta Copa.