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Economia

Comércio teme que faltarão moedas e exige lançamento do dobro do previsto

O setor adverte que bancos central e privados erraram os cálculos e querem lançar o dobro do previsto inicialmente.

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Willem Duisenberg, do Banco Central Europeu, na apresentação do euro

A 96 dias da introdução do euro, o comércio está exigindo o dobro de moedas que o previsto inicialmente pelo BC alemão e os bancos privados para ser distribuído antes do 1º de janeiro de 2002. "Não haverá problema, pois estamos em condições de atender ao aumento da demanda", disse Alexander Müller, do Ministério alemão da Proteção ao Consumidor, que participou hoje de um encontro sobre a distribuição do euro, em Bruxelas. Contudo, ele não esclareceu se isso acarretará um aumento dos custos. A demanda de notas de cinco e dez euros também é bem maior do que se calculou.

O encontro de Bruxelas revelou um outro problema: vários países da União Européia sugeriram que se distribua uma quantidade maior de moedas de 1 e 2 centavos do euro. Do contrário, o comércio poderia valer-se do pretexto de não ter troco para arredondar os preços para cima. Muitos cidadãos na zona do euro temem que alguns comerciantes se aproveitem da troca de moeda para aumentar os preços, na esperança de que as pessoas não notem isso. Por isso, Portugal e a Áustria já tornaram obrigatório etiquetas com os dois preços, na moeda nacional e em euro, para que o consumidor possa verificar se confere a conversão.

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