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Mundo

Colômbia

Em entrevista, Gloria Ortega, diretora da organização Meios para a Paz fala da situação de trabalhar no front de uma guerra não declarada na Colômbia.

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Workshop da Meios para a Paz

Segundo dados da Sociedade Interamericana de Imprensa, nos últimos 10 anos, 114 profissionais de mídia colombianos foram assassinados.

“Quando o mundo entender o que acontece no complexo e perigoso conflito colombiano, nós teremos atingido nosso objetivo enquanto jornalistas da organização Meios para a Paz. Também os jornalistas na Colômbia apostam na paz, por serem os responsáveis por passar as informações ao grande público.

"A Meios para a Paz forma e apóia jornalistas na Colômbia para que eles possam se movimentar melhor e mais seguramente em um campo contaminado com minas pessoais. Uma entrevista com um membro da guerrilha ou de grupos paramilitares pode significar a morte porque os respectivos opositores não aceitam esta postura.

"A Alemanha foi o primeiro país que acreditou em nosso trabalho e que nos apoiou desde o início. A Alemanha e a União Européia poderiam continuar ajudando a organização no esforço pela liberdade de imprensa na Colômbia. É importante conhecer, julgar e melhorar as condições sob as quais os jornalistas colombianos trabalham.

"Nem o Estado nem as grandes corporações de mídia garantem o exercício seguro da profissão. Em um país onde a democracia está constantemente em perigo, o significado do trabalho do jornalista é de extrema importância. Principalmente em um país onde todo dia um jornalista é ameaçado”.

A organização Meios para a Paz recebe neste 3 de maio o Prêmio Catalão de Liberdade de Imprensa, em Barcelona.