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Mundo

Coalizão internacional bombardeia 116 caminhões-tanque do EI

Ataques aéreos liderados pelos EUA fazem parte de esforços para destruir instalações petrolíferas usadas para financiar o "Estado Islâmico". Petróleo é uma das mais importantes fontes de renda do grupo extremista.

Ataques aéreos da coalizão internacional liderada pelos EUA e seus aliados atingiram 116 caminhões-tanque utilizados por extremistas do "Estado Islâmico" (EI) na Síria, anunciou o Pentágono nesta segunda-feira (16/11). Esse foi o mais recente passo de uma operação para destruir instalações petrolíferas usadas para financiar o grupo jihadista.

Os caminhões foram bombardeados neste domingo na cidade síria de Abu Kamal, localizada na província de Deir ez-Zor, próxima à fronteira com o Iraque. De acordo com o Pentágono, dois terços da receita de petróleo dos jihadistas vêm dessa região.

As autoridades americanas não deram mais detalhes sobre a ação. Porém, segundo o jornal The New York Times, ela foi planejada antes dos ataques de 13 de Novembro em Paris e contou com seis aviões que partiram de uma base aérea na Turquia. Segundo uma fonte ouvida pelo periódico, os terroristas teriam 295 caminhões-tanque na região.

Além dos bombardeios a caminhões-tanque, o Pentágono anunciou que realizou outros nove ataques em seis cidades da Síria – com diversos alvos, incluindo posições de combate, edifícios e unidades táticas.

No Iraque, 13 ataques aéreos atingiram cinco unidades táticas e dois edifícios usados por militantes do grupo extremista, além de esconderijos de armas.

O Pentágono declarou na última sexta-feira que a coalizão liderada pelos americanos intensificou os ataques em Deir ez-Zor, como parte dos recentes esforços para prejudicar a capacidade do grupo de se autofinanciar. O petróleo é uma das maiores fontes de renda do grupo.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos vem lançando ataques aéreos contra o "Estado Islâmico" na Síria desde setembro de 2014, quando expandiu a campanha que teve início no Iraque. Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, os bombardeios mataram centenas de membros do EI, mas tiveram um efeito limitado sobre a capacidade do grupo de manter territórios.

CN/rtr/afp

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